terça-feira, 17 de maio de 2011

Política Educacional–Campanha Salarial

Tentei enviar, através do link “Fale com o seu deputado”, essa carta ao Deputados Comte Bitencourt, Andréa Busatto, Marcelo Freixo e André Correa. O link não está funcionando. Por que será? Congestionado?


Sou Professor do Estado há mais de 25 anos! Não vejo reajuste no meu salário há muito tempo. Não creio que essa informação tão preciosa seja do desconhecimento do Senhor e dos seus pares nessa casa legislativa.
Não propor reajuste salarial para uma categoria como a nossa, pilar básico para a construção de uma Educação Pública no Estado do Rio de Janeiro, é um escárnio e um deboche por parte do Governo do Estado.
Essa casa legislativa precisa e tem o dever de garantir, através da sua intermediação política, que o governo do estado (note que usei minúsculas)comece a investir na valorização-recomposição salarial do material humano da Secretaria de Educação, a começar pelos seus quadros escolares: professores e funcionários, já que para os diretores o reajuste acaba de ser concedido e é de 100% CEM POR CENTO.
Não se faz educação pública de qualidade sem esse primeiro e decisivo passo. Tereza Porto, ex-secretária, investiu em equipamentos e tecnologia. O atual secretário, Wilson Rizolia, começa investindo em gestão e procedimentos administrativos quando deveria começar a investir no HUMANO - no PESSOAL - no SERVIDOR.
Isso é o que esperamos, isso é o que desejamos, isso é o que a  EDUCAÇÃO PÚBLICA desse Estado da Federação (um dos últimos colocados no IDEB) NECESSITA EM TERMOS DE INÍCIO DE UMA POLÍTICA EDUCACIONAL séria e comprometida com a construção de uma Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.
Por favor, Senhor Deputado, não nos obrigue a pedir o que pode ser ofertado e, acima de tudo, é o nosso direito.
Professor Marcos Aurélio Bassolli Alves
C.E. Professor Clóvis Monteiro
www.cepcm.blogspot.com  

segunda-feira, 16 de maio de 2011

SEPE contesta dados da SEEDUC sobre carência de docentes

Sepe contesta dados da SEEDUC sobre profissionais cedidos a outros órgãos publicada pelo jornal O Globo

O Sepe contesta as informações veiculadas no Jornal o Globo, nos dias 12 e 13 de maio, em matéria sobre profissonais de educação que se encontram fora de sala de aula, cedidos para diferentes órgãos públicos do estado ou municipais. Segundo a matéria “Professores trocam salas de aula pela Alerj”, a SEEDUC estaria alegando que uma das causas para a carência de profissionais nas escolas estaduais seria o “elevado” numero de profissionais cedidos para o trabalho em diversos órgãos.

A matéria apurou que, ao todo, são 1.605 os profissonais que estariam trabalhado em outras secretarias, fundações, autarquias ou prefeituras. Ainda segundo a reportagem, no início do ano a SEEDUC aunciou que não iria mais arcar com os vencimentos de quem está fora da rede e que já teria sido convocados de volta para as escolas 420 profissionais e que a economia com corte dos salários dos cedidos chegaria a R$ 2 milhões por mês.

O sindicato não entende como a Secretaria pode chegar a tais dados, como o da economia mensal de R$ 2 milhões com a volta de 420 profissionais que estavam cedidos.  Para chegar a tal economia o estado teria que estar pagando a cada um deste profissoinais média de R$ 1.877, muito superior ao teto pago atualmente, de R$ 1.511 para os profissionais da rede regular. Outro dado que causa espanto é o de que a SEEDUC considera os 678  professores da rede estadual que dão aulas na FAETEC como cedidos, mas tal critério de transferência foi criado pelo próprio governo do Estado. Os números divulgados pela SEEDUC também mostram que 70 profissionais estariam em outras redes muncipais, através de permutas. Ora quando ocorre uma permuta, um professor se transfere, mas outro do lugar para onde ele está indo vem em seu lugar; portanto, onde está a falta nestes casos.

Outro dado que também causa revolta é a divulgação do numero de profissionais licenciados (cerca de 8 mil, segundo a matéria).Ora, as licenças médicas são concedidas somente depois que o profissional passa pela Perícia Médica do Estado. E as péssimas condições de trabalho e de salários na rede é que são as principais responsáveis pelo alto índice de ocorrência de doenças do trabalho, como já comprovou um estudo realizado por uma parceria do Sepe com a Fiocruz e a UERJ.

O Sepe entende que a SEEDUC, mais uma vez, tenta mascarar a carência de profissionais com dados  distorcidos sobre os profissionais cedidos a pedido de outros órgãos e autorizados conforme a legislação do funcionalismo municipal ou com os profissionais que adoecem por causa das precárias condições de trabalho que o próprio estado oferece. Inclusive, na matéria, a Secretaria afirma que a carência é de 3.741 profissionais, quando todos sabemos que ela é de mais de 10 mil.  Desta maneira, mais uma vez, o governo estadual tenta jogar a culpa da falta de professores em sala de aula nos profissionais de educação.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Convergência e integração das mídias

 

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Não se trata apenas da exibição de uma grande obra cinematográfica, Tempos Modernos é um clássico que muitos dos nossos alunos não viram. Depois da exibição os Professores de Sociologia (Marco Pavão), História (Belmiro Carvalho) e Geografia (Paulo Roberto) com o apoio do Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli) debatem com os alunos os pressupostos e as consequências da Revolução Industrial e orientam pesquisas na internet que procuram aprofundar assuntos ligados ao tema. Integração e convergência das mídias para a Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.

Cine Clube

 

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Exibição do filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Pesquisa na internet sobre a Revolução Industrial e as condições de trabalho naquela época: convergência e integração das mídias na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Cine Clube

 

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Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin dentro do tema “Revolução Industrial”.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Depoimento de ex-aluno

"Era um colégio público em que os professores não faltavam à toa, tudo funcionava a contento. Havia refeitório, lanche, aula de educação física e mestres maravilhosos. E uma modernidade arquitetônica: não tinha escadas, tinha rampas.

D. Maria Inês era uma verdadeira rainha, no porte e na linha dura. Professora de português sisuda, mas de uma cultura incrível, que ela passava como quem não quer nada, para aqueles adolescentes suburbanos de classe média baixa, mas de mente aberta para o novo. Foi assim que entramos no mundo de Eça de Queiroz, Alexandre Herculano, José de Alencar, Machado de Assis e muitos outros.

Nosso livro de cabeceira (ops), de carteira, era o Roteiro Literário do Brasil e Portugal, de Álvaro Lins e Aurélio Buarque de Holanda.
E ela cuidava de jogar em cima da gente, de vez em quando, coisas sofisticadas, quando nos fez encenar uma história de Hans Christian Andersen – “A Sereiazinha”, com música de Debussy –L’aprés-midi d’un Faune” e bonecos confeccionados em papier machê, pelos alunos. A gente ficava uma arara, com ela, por exigir tanto, mas no fim do curso foi a escolhida como paraninfa da turma.
Professor Abelardo emocionava-se quando alguém lia de maneira impecável uma passagem de sua disciplina, História, premiando o leitor com uma nota 10.
Padre Félix era o mestre de Latim e, entre outros ablativos, nos fez conhecer as maravilhosas fábulas de Fedro, a versão romana de “Esopo”.
Havia ainda o Astrogildo, de Ciências; D. Zuleide, de Geografia, D. Maria José Limoges, de Inglês (num final de ano ela me deu um livro com peças de Shakespeare); professor Jair, de Matemática; professor Oswaldo, de Francês, que colocava “La Vie en Rose” pra gente ouvir. E muitos outros tão bons quanto estes citados.

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Alunas e Prof. Astrogildo - 1959


O Clovis Monteiro tinha ainda um terreno enorme, cheio de árvores, algum capim, ar fresco circulando e uns flamboyants escandalosamente lindos. Era um colégio ecologicamente correto e a gente não sabia.
Por tudo isso, nossa turma do ginásio, que se formou em 1959, foi privilegiada. Dela saíram professores, jornalista, designers, advogados (defensores públicos), publicitário, escritor, sociólogo, empresários e até um capitão de mar-e-guerra, entre outras profissões dignas.

Naquele tempo, no Clóvis Monteiro, a escola era risonha e franca! "

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Missa de Formatura - Turma de 1959

Esse depoimento foi obtido através de uma postagem, em comentários, de uma ex-aluna. O comentário original está num blog que, naturalmente, publicamos abaixo como referência bibliográfica:

http://rioquemoranomar.blogspot.com/2009/09/outros-tempos-de-escolas.html 

Agradecemos outras contribuições que ajudem a resgatar a nossa história de qualidade na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro. Prof. Marcos Bassolli

terça-feira, 3 de maio de 2011

Exercícios–Tempo Modernos

Turmas 3007 e 3008

Revolução Industrial.

Cine Clube: “TEMPOS MODERNOS” de Charles Chaplin

Geografia: Prof. Paulo Roberto, História: Prof. Belmiro, Sociologia: Prof. Marco Pavão, Orientação Tecnológica: Prof. Marcos Bassolli

1. Quando e onde se passa a história?

2. Onde o personagem principal, Carlitos, trabalha no início do filme?

3. Durante a sua jornada de trabalho, Carlitos tem um colapso nervoso e é internado. Por que ele tem um colapso nervoso?

4. O processo de produção implementado na fábrica onde ele trabalhava se chama “Fordismo”. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ) e procure informações sobre o “Fordismo”.

5. Ao sair do hospital Carlitos se vê envolvido numa passeata de trabalhadores e acaba sendo preso, acusado de líder comunista. Faça uma pesquisa na internet (use www.bing.com.br ) e procure mais informações sobre as condições de vida dos trabalhadores nos primórdios da Revolução Industrial.

6. O que aconteceu na prisão que levou o delegado a dar-lhe uma carta de recomendação para que ele pudesse procurar emprego e ser contratado?

7. Por que, depois de estar livre e com uma carta de recomendação do delegado ele decide que é melhor voltar para a prisão?

8. Logo no início do filme os trabalhadores são comparados a ovelhas. Você já presenciou uma situação parecida aqui na Cidade do Rio de Janeiro?

9. Faça um pequeno comentário elogiando ou criticando o filme.

10. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ou www.bing.com.br – imagens) sobre “Charles Chaplin.

11. Qual é a grande lição que o personagem Carlitos tenta passar para a menina de rua, sua companheira de jornada.

12. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e deixe um comentário na publicação Cine Clube – “Tempos Modernos” não esqueça de informar o seu nome e a sua turma.

13. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e torne-se um “seguidor”. Dúvidas? Entre em contato com o Laboratório de Informática.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cine Clube–Tempos Modernos

Sinopse

O clássico do genial Charles Chaplin, Tempos modernos, retrata a interligação da vida com um relógio. O tempo marca a vida de operários de uma fábrica onde se desenvolve boa parte da ação. O filme começa com imagens de um rebanho de ovelhas que, na sequência, são substiuídas pela imagem de um grupo de operários saindo da fábrica. Pela cena inicial, nota-se a pressa em mostrar que a responsabilidade de massificação do proletariado corresponde ao processo de desumanização imposto pela máquina. Tempos Modernos mostra um patrão em que ao mesmo tempo brinca de quebra-cabeça e lê gibi e paralelamente controla, de sua sala, através de um circuíto fechado de televisão o trabalho de seus empregados. Em Tempos Modernos, Carlitos é um trabalhador da fábrica, em uma lnha de montagem. O seu serviço é ajustar os parafusos a uma velocidade que não consegue nem se coçar, sem que haja quebra no ritmo de trabalho dos companheiros.

Ficha Técnica

Título original: Charlie Chaplin – Modern Times

Lançamento: 1936 (EUA)

Direção: Charles Chaplin

Atores: Charles Chaplin, Paulette Goddard

Duração: 87 Minutos

Gênero: Comédia

Fonte: http://cinecultfilms.wordpress.com/2011/04/16/especial-charlie-chaplin-122%C2%B0-aniversario/ 


Cine Clube–Tempos Modernos

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Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao Filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Gostou da atividade? Gostaria de assistir a outro filme de Charles Chaplin? Tem alguma sugestão de filme para assistirmos? Deixe os seus comentários não esquecendo de informar o seu nome e turma.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Maketing errado na Cidade do Rio de Janeiro

 

P1020197 A galera que pensa o marketing há de concordar que esse tipo de projeto, no local onde se encontra, é grotesco. Poluição visual patrocidana pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Nosso Governador tá deixando passar ou não está sendo bem assessorado?

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Análise Socrática dos Tempos Atuais

Frei Beto

Frei Beto

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom então de manhã você pode brincar e dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.

Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.

Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis,  usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba  precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.

Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hamburger do Mc Donald...

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:

- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tempos Modernos

 

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Alunos(as) do terceiro ano do turno noturno (3007 e 3008) assitem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Parte lúdica e artística para a aprendizagem e conhecimento da Revolução Industrial, seus pressupostos e consequências.

Inciativa fruto do trabalho colaborativo entre os Professores de História (Belmiro Carvalho), Geografia (Paulo Roberto) e Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli).

Na sequência, exercícios sobre o filme e sobre o tema “Revolução Industrial” com componentes de pesquisa e aprofundamento através do uso da  internet.

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Precisamos melhorar…com urgência.

 

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Nossa marquise, que cobre o pátio e o acesso ao refeitório e à secretaria mostra que  precisamos urgentemente de obras.

Parte do reboco entre a primeira e a segunda pilastras, ao fundo, caiu e a infiltração avança em outras pilastras e partes da marquise conforme podemos ver na segunda pilastra do primeiro plano da foto.

Conforme debatemos na nossa última reunião de sábado, 02 de abril de 2011, nosso desafio é também melhorar os indicadores da nossa avaliação em infra-estrutura.

Assim como a infra-estrutura básica do nosso edifício, a nossa Rede Elétrica é um ponto crucial para a melhoria do nosso indicador. Ela está estrangulada, obsoleta e impedindo a melhoria das nossas condições de trabalho e de “qualidade ambiental” nas salas de aulas além de comprometer a utilização plena do Laboratório de Informática,

 

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Reunião Pedagógica

 

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Sábado, 02 de abril de 2011.

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Reunião Pedagógica

 

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Sábado, 02 de abril de 2011.

Publicado por mbasssolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli