quarta-feira, 20 de julho de 2011

Gincana

GINCANA 2011 DO COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR CLÓVIS MONTEIRO: A EDUCAÇÃO AMBIENTAL AJUDANDO NA FORMAÇÃO DO ALUNO- CIDADÃO

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL, ATRAVÉS DA INTERDISCIPLINARIDADE, DIALOGA COM TODAS AS DISCIPLINAS, NUM PROCESSO QUE ATINGE TODA A COMUNIDADE ESCOLAR, PROMOVENDO O ALUNO EM CIDADÃO, NO MOMENTO EM QUE ESTE PARTICIPA ATIVAMENTE DA FORMAÇÃO DO SEU PRÓPRIO CONHECIMENTO, NA PRESERVAÇÃO DO PLANETA E SE TORNA UM TRANSMISSOR DE INFORMAÇÕES E AUTOR DE IDÉIAS QUE CONTRIBUAM NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DE SUA COMUNIDADE.

CADA VEZ SE TORNA MAIS URGENTE A REVISÃO DO BINÔMIO HOMEM-NATUREZA PARA A CONTRIBUIÇÃO DA PRESERVAÇÃO DA TERRA. O ALUNO DEVE SER EDUCADO A TER ESSA VISÃO. NÃO UMA VISÃO ACOMODATIVA, MAS ATUANTE – À MEDIDA QUE BUSCA SOLUÇÕES CABÍVEIS PARA O MEIO EM QUE VIVE.

É PRECISO QUE AS PESSOAS ENTENDAM QUE NÃO É MAIS POSSÍVEL DESPEJAR SEUS LIXOS EM RIOS, PARA NÃO AUMENTAR A SATURAÇÃO DA POLUIÇÃO E NEM QUE ESTES SEJAM INTERROMPIDOS COM CONSTRUÇÕES DE CASAS EM SEUS LEITOS PARA NÃO PROVOCAREM ENCHENTES. DESMATAMENTO EM ENCOSTAS PROVOCA DESLIZAMENTO DE TERRAS, PODENDO LEVADAR RESIDÊNCIAS NESSAS ENXURRADAS. O SOLTAR BALÕES QUE, AO CAÍREM COM AS SUAS BUCHAS AINDA ACESSAS PROVOCAM GRANDES DESTRUIÇÕES ATRAVÉS DE QUEIMADAS DE FLORESTAS, CASAS ETC. O PREFERIR TRANSPORTE COLETIVOS PARA DIMINUIR A POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA. O REAPROVEITAMENTO DO LIXO, ATRAVÉS DA RECICLAGEM, TORNANDO-O MATÉRIAL UTILIZÁVEL, GERANDO LUCRO. E TANTAS OUTRAS MUDANÇAS COMPORTAMENTAIS QUE ACARRETAM NA PRESERVAÇÃO DO PLANETA, DE VIDAS HUMANAS E DE TODAS AS DEMAIS ESPÉCIES.

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL FOI CITADA PELA PRIMEIRA VEZ, NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA EM 1988 (INCISO VI, DO ARTIGO 225, DO CAPÍTULO VI DO MEIO AMBIENTE).

O GOVERNO INDICOU O CARÁTER INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECOMENDOU A SUA REALIZAÇÃO EM TODOS OS NÍVEIS DE ENSINO.

O MEC (1991) BAIXOU PORTARIA, RECOMENDANDO A INSTITUIÇÃO DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO CONTEÚDO DISCIPLINAR EM TODOS OS NÍVEIS DE ENSINO, MAS OBJETANDO A CONSTITUIÇÃO DE UMA DISCIPLINA A RESPEITO.

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COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR CLÓVIS MONTEIRO

É UM COLÉGIO DE ENSINO MÉDIO QUE ESTÁ SITUADO NA AVENIDA DOS DEMOCRÁTICOS, 271, MANGUINHOS, RIO DE JANEIRO.

DIRETORA: PROFESSORA MARIA DA GLÓRIA PEREIRA ALVES

OBSERVAÇÃO: O COLÉGIO FUNCIONA NOS TRÊS TURNOS

DATA DO PROJETO:12 A 16 DE SETEMBRO DE 2011

TODAS AS DISCIPLINAS ESTÃO ENVOLVIDAS NO PROJETO

OBJETIVOS GERAIS:

FAZER COM QUE OS ALUNOS, ATRAVÉS DA VIVÊNCIA DO PROJETO, CRIEM HÁBITOS, MODIFIQUEM ATITUDES E PENSAMENTOS QUANTO À NECESSIDADE DE SE PRESERVAR O MEIO EM QUE VIVEM E, O PRÓPRIO PLANETA.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

É IMPORTANTE QUE OS ALUNOS, AO MESMO TEMPO, PERCEBAM A IMPORTÃNCIA DO LIXO COMO MATERIAL RECICLÁVEL E RENDÁVEL. UM MATERIAL, SE NÃO FOR BEM TRATADO, PODE SE TORNAR UM AGENTE POLUIDOR DA ÁGUA SUBTERRÂNEA, DO AR E VISUAL. FACILITANDO TAMBÉM A PROLIFERAÇÃO DE RATOS, BARATAS E MICROORGANISMOS PATOGÊNICOS QUE CAUSAM GRANDES AGRAVOS PARA A POPULAÇÃO.

O PROJETO DA GINCANA DO COLÉGIO CLÓVIS MONTEIRO ESTÁ BASEADO NOS TRÊS PRINCÍPIOS: CONHECER, CONSERVAR E RECICLAR.

Deveis ensinar a vossos filhos que o chão onde pisam simboliza as cinzas de nossos ancestrais. Para que eles respeitem a terra, ensinai a eles que ela é rica pela vida dos seres de todas as espécies. Ensinai a eles o que ensinamos aos nossos: Que a terra é a nossa mãe. Quando o homem cospe sobre a terra, está cuspindo sobre si mesmo. De uma coisa nós temos certeza: A terra não pertence ao homem branco; O homem branco é que pertence à terra. Disso nós temos certeza. Todas as coisas estão relacionadas como o sangue que une uma família. Tudo está associado. O que fere a terra fere também
    O homem não tece a teia da vida: É antes um dos seus fios. O que quer que faça a essa teia, faz a si próprio.

(Cacique Seattle, da tribo Suquamish,) aos filhos da terra.

GINCANA DO COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR CLÓVIS MONTEIRO

. É NECESSÁRIO A IDENTIFICAÇÃO DE UM COORDENADOR DA TURMA, PARA QUE ESTE SEJA RESPONSÁVEL PELAS OCORRÊNCIAS DAS TAREFAS. (TODOS OS PROBLEMAS DA TURMA SERÃO RESOLVIDOS POR ESTE COORDENADOR).

.CADA TURMA DEVERÁ ENTREGAR PRENCHIDA A FICHA DE INSCRIÇÃO, COM A QUAL PODERÁ PARTICIPAR DAS TAREFAS, IDENTIFICANDO OS GRUPOS POR ATIVIDADES. (ESTA FICHA DE INSCRIÇÃO DEVERÁ SER ENTREGUE ÀS TURMAS NA TERCEIRA SEMANA DE AGOSTO, DEVENDO SER DEVOLVIDA ATÉ 31 DE AGOSTO).

TAREFAS:

. FILMAGEM (ATÉ 5 MINUTOS) SOBRE O REAPROVEITAMENTO DE LATAS DE ALUMÍNIO, JORNAL, GARRAFAS PET, ETC. – POSSÍVEIS ENTREVISTAS COM PESSOAS DO RAMO.

. CAMISETA “COSTUMIZADAS” – PARA DESFILE.

. PLANTIO DE ÁRVORES ( NO MÁXIMO ATÉ 10 MUDAS POR TURMAS)- PARA O “SEQUESTRO” DE CARBONO DO AR ATMOSFÉRICO.

. DOAÇÕES DE MATERIAL DE HIGIENE PARA O ASILO DO CRISTO REDENTOR (ASILO SITUADO NO MESMO BAIRRO E AVENIDA QUE O COLÉGIO SE SITUA)

. CAÇA AO TESOURO

. MELHOR APRESENTAÇÃO ARTÍSTICA SOBRE O QUE FAZER COM O LIXO (MÚSICA, TEATRO ETC) .TEMPO MÁXIMO: 10 MINUTOS

. COMIDAS COM RECEITAS DE REAPROVEITAMENTO DE PARTES DE ALIMENTOS QUE NORMALMENTE SERIAM JOGADOS NO LIXO, COMO CASCAS, FOLHAS, SEMENTES, ETC. APÓS O JULGAMENTO, DEVERÃO SER SERVIDAS AOS ALUNOS COM A DISTRIBUIÇÃO DA RECEITA DO ALIMENTO.

. MAQUETE – CONSTRUÇÃO DE UM ECOSSISTEMA COM MATERIAL RECICLADO BIODEGRADÁVEL – SOBRE A SUA COMUNIDADE, PRAIA, FLORESTAS, RIO, LAGO, ETC - EVIDENCIANDO OS PROBLEMAS SOCIAIS E AMBIENTAIS.

. CRIAÇÃO DE UM CARTÃO (TIPO POSTAL) COM ALGUMAS DICAS PARA A PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE. ESTE MATERIAL DEVERÁ SER CONFECCIONADO PARA DISTRIBUIÇÃO NA ESCOLA COMO FORMA DE DIVULGAR A URGÊNCIA DO CUIDADO COM:

A ÁGUA – PRIMEIRO TURNO

OS ANIMAIS – SEGUNDO TURNO

AS PLANTAS – TERCEIRO TURNO

.ORGANIZAÇÃO DE UM PROJETO DE PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE QUE POSSA SER DESENVOLVIDO NA ESCOLA, NO BAIRRO OU NA COMUNIDADE. NO PROJETO DEVERÁ ESTAR PREVISTO COMO ORGANIZAR A COLETA E SEPARAÇÃO DO LIXO (TIPOS DE LIXOS – SECO, ORGÂNICO, METAL, PLÁSTICOS...), COMO FAZER PARA EVITAR A EROSÃO (PLANTIO DE ÁRVORES...), COMO FAZER O TRATAMENTO DA ÁGUA PARA EVITAR DOENÇAS E OUTRAS FORMAS CRIATIVAS E ADAPTÁVEIS À REALIDADE E QUE POSSAM CONTRIBUIR PARA A QUALIDADE DE VIDA ONDE SE VIVE.

. CARTAZES ANUNCIANDO A GINCANA. ESTES DEVERÃO SER FIXADOS NOS MURAIS DOS CORREDORES PARA SEREM VOTADOS PELOS ALUNOS E PROFESSORES. CADA TURMA ESCOLHERÁ O MELHOR CARTAZ PARA REPRESENTÁ-LA. ISSO OCORRERÁ EM AGOSTO.

. FILMES - COM DEBATES POSTERIORES ÀS SUAS EXIBIÇÕES - COMO:

. JARDINEIRO FIEL

. DIÁRIO DE MOTOCICLETA

. SANEAMENTO BÁSICO

. OFICINAS AO AR LIVRE, NAS SALAS E NO NÚCLEO DE CULTURA

O ALUNO QUE CONFECCIONAR UM OBJETO TERÁ O DIREITO DE ASSINAR A LISTA DE PARTICIPAÇÃO QUE CONTARÁ PONTOS PARA A SUA TURMA. ( ESPERANDO RECURSOS PARA SEREM REALIZADAS)

.PALESTRAS QUE ENVOLVAM O MEIO AMBIENTE (ESPERANDO RECURSOS HUMANOS PARA SEREM REALIZADAS)

.BRINCADEIRAS, AVALIADAS PELOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE VALORIZEM O ESPAÇO DE LAZER DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. EXEMPLOS: CABO DE GUERRA, CABRA-CEGA, PIQUE-BANDEIRA, BATE-LATA ETC

TAREFA-RELÂMPAGO EM UM DOS DIAS DA SEMANA.

.ENTREGA DE MEDALHAS AOS ALUNOS QUE SE DESTACARAM NAS TAREFAS APRESENTADAS.

. AVALIAÇÃO DA GINCANA PELOS AUNOS E PROFESSORES.

OS NOMES DAS EQUIPES DEVEM ESTAR ASSOCIADOS AO MEIO AMBIENTE. OS NOMES MAIS CRIATIVOS SERÃO PONTUADOS.

OBSERVAÇÃO:

O OBJETIVO DA GINCANA NÃO É A COMPETIÇÃO, MAS A INTERAÇÃO ENTRE ALUNOS, NA CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA ATRAVÉS DO CONHECIMENTO SOBRE O MEIO AMBIENTE. COMO CIDADÃOS RESPEITÁVEIS, DEVEMOS TER EM MENTE A PRESERVAÇÃO DO PLANETA E DE TODOS OS SEUS HABITANTES – INCLUSIVE O HOMEM.

AUTORA DO PROJETO:

. KÁTIA BERNARDO DE ABREU, PROFESSORA DE BIOLOGIA E ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABREU, Kátia Bernardo. Monografia - Educação Ambiental: A Arte de desvendar o Cidadão no Educando. 2010

BERNA, Vilmar. Como fazer educação ambiental. 3ª edição. São Paulo: Paulus, 2001.

BOFF, Leonardo. Ética e Moral: em busca dos fundamentos. 4ª edição. Petrópolis: Vozes, 2003.

BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: apresentação dos Temas Transversais e Ética. 2. ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2000. V. 08.

CARVALHO, Isabel Cristina de Moura. Educação Ambiental: a formação do sujeito ecológico. 1. ed. São Paulo: Cortez, 2008

PEDRINE, A. Gusmão et al. Educação Ambiental: Reflexões e práticas contemporâneas. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

ROGERS, Elizabeth; KOSTIGEN, Thomas M. O livro verde (the green book). 1. ed. Rio de Janeiro, 2009.

TRISTÃO, Martha. A educação ambiental na formação de professores: redes de saberes. 1. Ed. São Paulo: Annablume, 2004.

VIEIRA, Listz; BREDARIOL, Celso. Cidadania e política ambiental. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006.

REFERÊNCIAS ELETRÔNICAS

http://www.ajudabrasil.org/6.567.html

http://www.apoema.com.br/receitas.htm

http://www.bu.ufsc.br/home982.PDF

http://www.cepps.org.br/artigo/carta-chefe-seattle

http://www.cpd1.ufmt.br/ivairton/doc/pfc/NBR-14724-2002-apresentacao.pdf http://www.aultimaarcadenoe.com/educaprojetos.htm

RESPONSÁVEIS PELA EXECUÇÃO DO PROJETO:

. DIREÇÃO DO COLÉGIO

. KÁTIA BERNARDO DE ABREU, PROFESSORA DE BIOLOGIA.

. CLÁUDIO VAZ COELHO, ANIMADOR CULTURAL E NÚCLEO DE CULTURA (LUCIANO PEREIRA)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Verdade nua e crua

CARTA ABERTA AOS GREVISTAS E SIMPATIZANTES
Caros companheiros de luta pela educação pública, humanista e
democrática:
Nosso movimento grevista deve ser compreendido como um momento da
resistência contra o projeto privatista da educação do Estado do Rio de
Janeiro, implementado pela nova ordem gerencial da Sec. Estadual de
Educação (SEEDUC) ─ personificada pelo “economista-pastor” W. Risolia e seus
“rebanhos-burocratas” (gestores de 1º, 2º e 3º escalões), “convertidos” à
nova seita do Planejamento Estratégico.
Os alicerces ideológicos dessa nova ordem gerencial bebem na fonte
liberal-tecnicista (predominante na década de 1970,  reforma educacional da
ditadura militar), mas com discurso atualizado pelas novas tendências
gerencias de empresas (reengenharia, TQC, TI). Portanto, estamos
enfrentando um projeto político-educacional conservador, anti-progressista,
anti-democrático, porém, travestido num discurso de inovação, de mudança,
neutralidade técnica, de qualidade, que, por isso mesmo, possui a força da
sedução daqueles mais ingênuos politicamente, ou mais interessados nas
vantagens pessoais e/ou narcísicas do poder tecnocrático.
O Planejamento Estratégico do SEEDUC-RJ pressupõe, no seu diagnóstico
equivocado dos problemas da Rede Pública Estadual, que o fracasso da
educação pública do nosso Estado se deve: a) em primeiro lugar, ao baixo
desempenho dos professores (acomodados, desinteressados, descompromissados,
abusados com licenças médicas); b) em segundo, ao alto custo financeiro com
retenção do fluxo escolar (reprovações, evasões, dependências); c) em
terceiro, à falta de controle gerencial sobre o trabalho docente por parte
do corpo técnico hierárquico (direções, supervisões, coordenadores
regionais, gerência central; d) por fim, mas não menos importante, alto
custo financeiro (!!!!) dos direitos dos professores (carga horária 16
horas, plano de carreira por formação e tempo de serviço, aposentadoria
especial, paridade ativo-inativo).
A partir desse diagnóstico conservador-tecnicista, para melhorar o fluxo
escolar com a diminuição de repetências e evasões, o projeto
político-educacional passou a privilegiar as atividades-meios
(administração escolar) em detrimento das atividades-fins (trabalho
docente) da Rede Estadual de Educação, mediante o estabelecimento do
famigerado Plano de Metas e do aumento substancial da gratificação dos
coordenadores regionais e dos diretores de escola. E, assim, a nova ordem
busca estabelecer a pirâmide administrativa empresarial de viés
hierárquico-fordista: no topo, gerência educacional (coordenadores,
supervisores, diretores) que exerce a função de controle das metas, como
engenheiros de empresa; na base,  operadores educacionais (professores
regentes e funcionários), como peões de fábrica (mas com salário muito
menor daqueles das grandes empresas) que executam as metas gerenciais e
curriculares.
Esse projeto gerencial do Plano de Metas articula-se à necessidade de
diminuição do custo desses processos para os cofres públicos. Daí a
concentração de alunos nas salas de aula ─ que normalmente transforma
três turmas em duas, ou duas turmas em uma ─, reduzindo-se, assim, o
custo-escola para o Governo, mas aumentando o custo-profissional e
custo-psicológico para os professores destas turmas superlotadas. Essa
diretriz gerencial revela o que o discurso gerencial logra escamotear: a
qualidade de viés empresarial da nova ordem da SEEDUC significa maior
produtividade (aprovação) com menor custo (superlotação).
A redução de custo e maior produtividade se desdobram na política de
meritocracia que atrela um abono (até 3x o salário) ao desempenho do
professor e da unidade escolar no cumprimento do plano de metas. Somam-se,
ainda, auxílio transporte, difícil acesso, cartão cultural, GLP, adicional
qualificação, como pacote de remuneração da nova ordem gerencial. A
meritocracia funciona, ao mesmo tempo, como mecanismo financeiro de redução
do custo salarial do magistério e como instrumento de divisão política e de
competição da categoria (nova escola aperfeiçoada para o mal). Senão,
vejamos: a redução do custo salarial ocorre por diversas razões, tais como,
exclusão dos aposentados (lembrem-se, na melhor das hipóteses, seremos e
desejamos ser um dia aposentados); exclusão dos triênios; exclusão dos
níveis do plano de carreira; exclusão do 13º salário. Do ponto de vista
político, a meritocracia detona a unidade da categoria, a possibilidade de
aumento salarial coletivo, destrói nosso plano de carreira por tempo de
serviço e formação e, por fim, institui a competição dentro da escola
(desempenhos diferenciados, abonos diferenciados) e entre escolas.
Nós precisamos repudiar, com todas as nossas forças, a meritocracia, por
que significa um desrespeito a nossa profissão, um insulto ao nosso
compromisso com a escola pública e cidadã (comunitária, democrática,
crítica e humanista), pois o sentido anti-ético dessa forma de remuneração,
transforma os professores em uma espécie de “gincanistas”, que executam metas,
estabelecidas de cima para baixo, em troca de prêmios (bônus) ao final do
ano, como uma PLE (participação nos lucros da empresa).
O Planejamento Estratégico vem impondo metas autoritárias, tarefas extras
no conexão educação (inclusive pela madrugada à espera de acesso, numa situação
humilhante profissionalmente), descaracterização dos conselhos de classe
como espaço de compartilhamento de experiências e problemas dos professores de
cada turma e de análise de cada aluno, pois o COC se resume na
apresentação da famigerada GIDE e seus gráficos de metas gerenciais.
A ESCOLA PÚBLICA NÃO É EMPRESA. EDUCAÇÃO NÃO É MERCADORIA. ALUNO NÃO É
CLIENTE. DIRETOR NÃO É GERENTE. SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO NÃO É EMPRESÁRIO.
Precisamos resistir a esse processo de violência simbólica, ética e
política contra o caráter humanista das relações professor-aluno,
aluno-aluno, direção-professor-aluno-funcionário-pais. A escola sempre foi
uma comunidade de formação humanista. Toda transformação educacional deve
partir dessa tradição e avançar na democracia participativa das decisões,
na valorização salarial e funcional do professor, no compromisso do Poder
Público com melhor condição de ensino-aprendizagem (menos alunos por turma,
todas as turmas com todos os professores, infra-estrutura adequada etc).
Companheiros de luta, nossa greve representa um grito de liberdade contra
a opressão do plano de metas e todo o mal-estar que nos vêm provocando no
cotidiano das escolas estaduais. A nossa indignação e reclamações se
transformaram, finalmente, em atuação coletiva, em movimento sindical e
exemplo pedagógico de cidadania para nossos alunos. Precisamos resistir!
Vejam, mais de dois mil e trezentos professores abandonaram, entre janeiro
e junho de 2011, o emprego público do Estado, deixando muitas escolas sem
professores; e ainda, muitos concursados são chamados a assumir a
matrícula, e não aceitam trabalhar por R$ 740,00 (R$ 630 líquido), às vezes
longe de sua residência ou município. De cada 100 alunos do 3º ano do
Ensino Médio, apenas 1 ou 2 pretendiam ser professor. Talvez nosso exemplo
de luta tenha aumentado a admiração e orgulho de nossos alunos que tanto
tem nos apoiado nessa greve. Agora, no dia 29 de junho, será nossa batalha
simbólica contra o Plano de Metas. VAMOS BOICOTAR O SAERJINHO! Vamos pedir
aos colegas que não estão em greve para não aplicar a prova, num exemplo de
solidariedade de classe. Vamos pedir aos alunos que nos apóiam para não
fazer a prova.
Essa prova não significa nada em termos pedagógicos para cada escola, não
há valor orgânico para nossa relação professor-aluno e professor-professor.
O Saerj significa um fetiche gerencial de significado simbólico de controle
sobre a rede estadual. Por isso mesmo, se torna tão importante  boicotar
sua execução. Até porque, há uma greve que o Secretário de Educação e sua
Equipe “técnica” esquizofrenicamente teimam em ignorar, mas somos apenas
“trinta professores”, pra que temer? Lembrem-se, a greve é um direito
constitucional. O governo não pode nos demitir, essa é a nossa grande força
social, mas necessita união e determinação.
Resende, 21 de junho de 2011
Prof. Edgard Bedê
30 anos de formação grevista, com muito orgulho.

edgardbede@resenet.com.br

terça-feira, 21 de junho de 2011

Rock in Rio–ingressos para estudantes

Consta no site oficial da SEEDUC. Para alunos!
Quer ganhar dois ingressos para assistir a um dia do maior festival de musica do ano? O Rock in Rio organizou o concurso “1 Ingresso por 1 Mundo Melhor”, voltado exclusivamente para a rede pública de ensino, que vai distribuir 2.250 ingressos duplos para os autores dos trabalhos mais criativos com o tema “Um mundo melhor”! Os estudantes podem participar enviando vídeos, músicas, poesias ou fotografia, tanto individualmente quanto em grupos de até cinco pessoas. As inscrições serão feitas online na página www.rockinrio.com.br/porummundomelhor até o dia 15 de julho! Fique atento às principais regras! • Podem participar alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da rede pública de ensino;
• As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de julho pelo Formulário de Inscrição na internet;
• Os vídeos devem ter entre um e dois minutos, devem ser hospedados no YouTube e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As músicas devem ter entre dois e três minutos, escritas em português e hospedadas no site SoundCloud e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As fotos devem ser hospedadas no site Flickr e o link publicado na Ficha de Inscrição;
• Lembrando que todos os trabalhos devem ser originais!
O resultado do concurso será divulgado no dia 15 de agosto no site do concurso! Para cadastrar o seu trabalho ou saber mais informações sobre como participar, acesse www.rockinrio.com.br/porummundomelhor!

CURSO NTE Rio III–Editando Filmes no Movie Maker

Colegas,

Exercício de registro da nossa primeira reunião pedagógica de 2011.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nós somos CEPCM

 

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Nossos alunos(as) no pátio antes das aulas começarem,

Nós somos CEPCM

 

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Nossos alunos Douglas F. Silva e Jorge Silveira, turma 2010, na sala do Laboratório de Informática Educativa atualizando as suas Redes Sociais.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Somos todos bombeiros

Prezados colegas Professores(as),

Assistam ao vídeo e deixem seus comentários.

Atenciosamente,

Prof. Marcos Bassolli

A GREVE

Relato do Professor Marcos André.


O site do SEPE é www.seperj.org.br.
Hoje pela manhã estive no Colégio acompanhado de companheiros da Regional III do Sepe e da professora Vera, da Coordenação Central do Sindicato, tivemos uma conversa muito boa com os professores presentes e após nos reunimos com os alunos no auditório onde colocamos a natureza do nosso movimento e confesso me emocionei com a solidariedade do alunato que inclusive não só se manifestaram a favor do movimento como também a participar das atividades ficando acertado que na próxima sexta-feira irão ao Ato na Candelária e participarão da passeata levando faixa de apoio em nome dos estudantes do Colégio.

domingo, 12 de junho de 2011

Passeata em Copacabana: Servidores da Saúde, Educação e Segurança do Estado do Rio de Janeiro protestam contra os baixos salários!

 

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Passeata em Copacabana: Professores e Bombeiros indignados

 

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Bombeiros e Professores na passeata de Copacabana

 

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Passeata em Copacabana: Educação em GREVE

 

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Passeata em Copacabana: bombeiros e professores indignados com o descaso do Governo Estadual

 

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Passeata em Copacabana: Todos somos bombeiros!

 

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terça-feira, 7 de junho de 2011

GEOGRAFIA

Na vastidão dos oceanos

O azul intenso

No silencio dos desertos

O branco imenso

No segredo das florestas

O verde vivo

Na cultura da cidade

O criativo

Um cenário de mistérios

Montanhas e mais montanhas...

Cores, matérias e formas estranhas...

Eis a Geografia

Sensivelmente bela

Diversificada

Milhões de vezes representada

Desenhada

Fotografada

Numa tela, pintada

Desde o simples casario

De um povoado esquecido

Até as rosas de um parque

Ricamente florescido

Tudo passa pela mente

Do poeta, professor

Filósofo, escritor

A fauna, a flora, a paisagem

De cada lugar,

De cada recanto,

Se transforma em poesia, estudo

Enlevo, encanto...

Tudo se vê

Com olhar faminto de paz,

Consolo e prazer.

Tudo sentimos e admiramos

Mas será que amamos?

Sim, amamos!

Amamos a paz dos lagos

A beleza das ondas

Dunas de areia

E marés cheias

Queremos tocar e conhecer

Amamos a superfície bela

Tão bela quanto limpa

Tão limpa quanto pura

E o coração humano

Se delicia

Com a beleza sem igual,

Pura, limpa, original

Da Geografia.

 

SARA MUNARETO

Estudante do CREJA – Centro Municipal de Referência de Educação de Jovens e Adultos

domingo, 5 de junho de 2011

Como organizar uma festa junina

Como Organizar uma Festa Junina

Fonte: preciso de ajuda dos colegas (Cláudio Vaz e Cláudio – Diretor adjunto) para informar o endereço correto da fonte.



O mês de junho é marcado por fogueiras, danças, comidas típicas e muitas bandeirinhas coloridas realçando as peculiaridades de cada região brasileira. Não é preciso gastar muito, nem ter grandes habilidades manuais. O importante é participar reunindo a família e amigos para uma gostosa brincadeira.

1. Origem da festa junina

A ‘festa joanina’, em homenagem a São João, originou-se nas regiões católicas européias e chegaram ao Brasil com os portugueses. No mês de junho   comemora-se o aniversário de três santos muito populares: Santo Antônio no dia 13, São João no dia 24 e São Pedro no dia 29. No Brasil, a festa passou a ser chamada de ‘junina’ e incorporou-se aos costumes dos índios e negros. Um exemplo dessa mistura é a introdução do coco, da mandioca e do forró como elementos impregnados a tradição. Assim, cada região brasileira incrementa os festejos juninos de acordo com os costumes arraigados na localidade. No Nordeste, o mês de junho representa mais do que uma festa. É um agradecimento aos Santos pelas chuvas, que aliviam a vida dos que moram em regiões secas e contribui para a plantação de milho (colhido as vésperas das festas juninas).
Para o sucesso do arraial é preciso unir decoração, vestuário, comida típica, fogos, música e muita animação.

2. Simpatias

Santo Antônio é conhecido como o “Santo Casamenteiro”. Sua popularidade é muito grande, pois, representa o ‘protetor da família’ e, também, auxilia a mulher solteira a casar!
O povo brasileiro gosta de misturar religiosidade com superstição e utiliza as simpatias como forma de diversão, mas se conseguir resultados melhor ainda...
Há várias simpatias para arranjar namorado. A mais conhecida: a solteira deve ganhar uma imagem de Santo Antônio e virá-la de cabeça para baixo como um castigo, só desvirando-a quando conseguir seu objetivo. Outra interessante simpatia: se a mulher já tem um namorado ou pretendente, mas quer apressar o casamento deve amarrar um fio de seu cabelo ao do namorado e colocar nos pés de Santo Antônio, que resolverá a situação rapidamente.

Outra simpatia: colocar fitinhas de cetim embaixo do "bolo de noiva" e as solteiras deverão puxá-las. Quem retirar um terço ficará no 'caritó', isto é, não casará; quem puxar uma aliança ou um escapulário de Santo Antônio será a próxima a casar.
OBS: Fazer a última simpatia só depois do "casório mauto", para não estragar a foto dos noivos cortando o bolo.

3. Decoração

A varanda, a garagem, a rua, o quintal, o clube ou até mesmo um galpão podem ser utilizados para a festa. A ornamentação é simples: basta  enfeitar com as famosas bandeirinhas, encontradas em lojas de festas infantis (já prontas para decorar),  coladas em  cordões. Outra maneira:  recortar em formato triangular plástico ou papel seda  nas cores primárias (vermelha, branca, verde, azul e amarela);  depois colar as bandeirinhas, uma a uma, em barbantes e estirá-los como se fossem varais.  Balões coloridos,  intercalados entre as bandeirinhas, enriquecem a decoração. Pode-se complementar , também,  com palha de coqueiro, de bananeira ou folhas de palmeira ornamentando postes, colunas e a entrada da festa.
A fogueira é um dos símbolos da festa junina. Para fazê-la é preciso certo cuidado! Se o chão for de cimento ou asfalto deve-se preservá-lo, colocando tijolos no formato de um quadrado e encher com areia toda a superfície que será usada. As toras de madeira, sempre secas, serão arrumadas paralelamente, de duas em duas, até formar uma espécie de pirâmide. Após certificar-se de que as toras estão bem empilhadas, deve-se amarrá-las com arame para evitar que caiam. Uma hora antes da festa já poderá acendê-la do mesmo jeito que se acende a churrasqueira.  Quem tiver receio ou não gostar de fumaça, poderá  enfeitar a fogueira com papel celofane nas cores vermelha e amarela, imitando o fogo.

A toalha da mesa, onde ficarão as comidas,  deverá ser estampada (chita) ou de xadrez em cores berrantes como  vermelho, verde, laranja ou amarelo. A juta, a esteira e a folha de bananeira são alternativas para cobrir a mesa. As peneiras de palha enfeitadas com fitas coloridas e revestidas com papel celofane servirão de travessas para as comidas. Outros objetos como potes de barro e cestas  complementarão o visual tipicamente artesanal. Algumas pessoas colocam uma imagem de Santo Antônio e fitas coloridas para enriquecer a decoração.

4. Quitutes e bebidas
As comidas a base de milho e coco são diversificadas e saborosas. Milho assado (na fogueira) e cozido, canjica, pamonha, cocada, arrumadinho de carne-seca (receita abaixo), arroz doce, bolos de milho, de macaxeira e de fubá, tapioca, amendoim açucarado, caruru, maçã do amor, algodão doce, docinhos (beijinho, casadinho, brigadeiro, olho de sogra,etc), pé-de-moleque e qualquer outro tipo de comida que os convidados apreciem (o importante é agradar a todos).

A quantidade de comida depende do horário e do tipo de convidado.  As crianças, por exemplo, comem mais doces do que salgados. Os adultos homens, consomem mais tira-gostos (por causa da bebida alcoólica) e as mulheres comem de tudo um pouco.
De qualquer maneira aqui vão as quantidades:
Bolo
1 kg para 12 pessoas;
Docinhos 05 a 06 por pessoa;
Arrumadinho de carne-de-sol  - 02 porções por pessoa - Receita: purê de macaxeira, 'carne seca' cozida, refogada e desfiada, requeijão - alternar as camadas de cada ingrediente, terminando com o purê e queijo parmesão ralado por cima, levar ao fogo no pirex para gratinar;
Pamonha - fatiá-la, calculando 03 fatias por pessoa;
Canjica - 02 potinhos (descartáveis) por pessoa;
Arroz-doce -  01 potinho (descartável) por pessoa;
Milho assado - 01 espiga para 02 pessoas; e
Milho cozido  - 01 por pessoa

Como evitar bagunça na cozinha e a canseira da anfitriã no dia da festa?

Hoje a praticidade é fundamental! Por se tratar de uma festa entre familiares e amigos é interessante dividir o custo total da festa, entre o número de participantes, encomendando todo o serviço de comidas, bebidas, etc.  É preciso reservar as encomendas com antecedência!
Outra possibilidade é fazer a lista das comidas, para as mulheres levarem; e de bebidas, para os homens providenciarem. Porém, quem quiser fazer uma receita rápida e prática é só comprar os ingredientes em qualquer supermercado. Eles vêm em embalagens com instruções e pré-cozidos como a canjica e o mungunzá, por exemplo. Evita, assim, a exaustiva ‘ralação de milho’, como na época das nossas avós! Ai vai uma receita prática...

Receita simples de bolo de milho
- 01 lata de milho verde; 01 pote de margarina ou manteiga pequeno; 04 ovos; 02 xícaras de açúcar; 02 xícaras de flocão de milho; 01 vidro pequeno de leite de coco; 01 pacote de 50 gramas de queijo   parmesão ralado; 01 colher rasa de fermento; e 01 xícara de leite.  Modo de fazer: bater todos os ingredientes no liquidificador e levar ao forno. Fatie o bolo e distribuia-o numa peneira coberta com uma toalhinha de bandeja, papel celofane, ou palhas de milho. (receita de Andréia Oliveira).

OBS:
Caberá a anfitriã encarregar-se da decoração, inclusive de uma mesa grande para arrumar os quitutes; além disso, comprar gelo e encher isopores para as bebidas, caso não caibam no freezer e/ou geladeira.

Bebidas
As bebidas ficam a critério do gosto de cada um, mas o quentão e a cachaça  são muito apreciados.   A cachaça 'cravo e canela' , por exemplo, serve-se uma dose com uma colher de mel de abelha (de boa qualidade) e mexe-se com canela em pau.
Receita do Quentão: 06 xícaras de água; 12 cravos; 01 pedaço de gengibre; 06 canelas em pau;   02 limões cortados em rodelas finas;  1/2 xícara de açúcar; e 01 garrafa de vinho tinto (geralmente utiliza-se vinho de garrafão). Modo de fazer: colocar a água com os cravos,  o gengibre, a canela, o limão e o açúcar numa panela. Deixe levantar fervura e cozinhe por 30 minutos. Retire do fogo e deixe a panela tampada descansar por 01 hora. Coe, adicione o vinho e sirva quente, em canecas de ágata.
OBS: Deve-se servir outras bebidas, tais como: sucos, refrigerantes, água mineral, cerveja, água de coco, etc.

5. Vestuário
A roupa é a mais descontraída possível. Para as mulheres: vestido de chita estampado com muitos babados ou xadrez em cores fortes. Para os homens: calça jeans com remendos de tecidos, camisa xadrez e lenço no pescoço igual ao tecido do vestido da dama, além de chapéu de palha. Quanto à maquiagem, cabe a mulher exagerar um pouco mais, no batom e blush; os homens, acrescentarão bigode, costeletas e cavanhaque (lápis preto de olho ou delineador)..

Para o casamento há vários personagens, quais sejam: os noivos, pais da noiva, dois casais (testemunhas), padre, sacristão, delegado e dois ajudantes. Cada um se veste de acordo com sua caracterização.  Exemplos:  1. Noivo (veste um terno remendado com aparência de malafrojado);  2.  Noiva (é a maior atração, com vestido branco de renda e véu escondendo o rosto, além do buquê  - flores naturais (jasmim, laranjeira ou 01 pé de alecrim amarrado num laço de fita/ cordão de juta), flores de tecido ou de papel; 3. Mãe da noiva (vestido de matuto com xale por cima (para sobressair das demais mulheres - testemunhas); 4. Pai da noiva (se possível, usar um terno branco de linhão, botas e chapéu de couro - usar charuto para dar um ar poderoso);   5 e 6. Padre e o sacristão (a batina pode ser adaptada com tecido preto dobrado (tipo TNT)  e cortado em formato de círculo no meio (como se fosse  'gola careca', dando aparência de poncho/ o sacristão poderá imitar a vestimenta do padre); 7. Delegado (chama atenção pelo colete com a "estrela de xerife", algemas na cintura, espingarda e botas); 8. Dois policiais (ajudantes do delegado - vestidos de colete ou com camisetas "camufladas", cada um com cassetete);  e  9. Dois casais - testemunhas do casamento (roupa de matuto).

OBS: É preciso lembrar que a improvisação faz parte da brincadeira. Remexendo nos guardados sempre se encontrará alguma roupa ou tecido para se adaptar como vestuário.

6. O Casório
A  quadrilha representa a festa em comemoração a  celebração de um casamento. Há um 'teatrinho' com muito humor, em que surge o noivo sendo arrastado pelo delegado e, sob pressão do coronel (pai da noiva - fazendeiro ignorante) é obrigado a se casar.  A alegação para o casamento forçado é de que a filha do coronel, moça 'donzela', fugiu com o rapaz. A noiva, sempre cabisbaixa e chorando, fica ao lado do noivo e o casamento é realizado contra a vontade do rapaz. Após o casamento começa o arrasta-pé (quadrilha).
Casamento Matuto:
Decoração: Altar da Igreja - 01 aparador ou mesa pequena coberta com toalha branca; imagem de Santo Antônio; castiçal com vela; e 01 bíblia.
O padre aguarda no altar. As testemunhas (01 casal de cada lado do altar) com roupa de matuto, também aguardam.
A noiva carregada pela mãe dirige-se ao altar chorando e fingindo desmaiar ("Mãe, achu qui Zé Ligeru num vem si casá" e a Mãe conforta a filha: "carma Chiquinha seu pai dá um jeitu").
O padre pergunta impaciente: "Coronel Ludugero, cadê o noivo?"
O pai da noiva, Coronel Ludugero, acena para o padre (para aguardar um pouco) e em seguida puxa pelo braço do delegado e cochicha: "Traga o cabra agora mermo, nem qui seje na paulada, vice??)
O delegado (com a espingarda) mais que depressa corre com 02 ajudantes (com cassetetes) e arrasta Zé Ligeiro para o altar. Zé Ligeiro anda tropeçando, simulando embriaguêz e demonstrando não ter vontade de ir para o altar.
O padre, diz: " vamos dar início a cerimônia... Senhorita Chiquinha Donzela Juramentada, aceita Zé Ligeiro Bafo de Onça como seu legítimo esposo?"
Chiquinha com um sorriso de canto a canto responde, enxugando as lágrimas que "SIMMMM!!!"
O padre pergunta, então, ao noivo: "Zé Ligeiro Bafo de Onça aceita Chiquinha Donzela Juramentada como sua legítima esposa?"
O noivo cambaleando, responde: "Aceitáaa, aceitáaa, num aceito naummm..." O pai da noiva se aproxima de Zé Ligeiro e aperta seu pescoço, ao mesmo tempo em que o delegado se aproxima com os ajudantes (mostrando a espingarda e os cassetetes). A noiva volta a chorar e a mãe se apressa em dar um lenço (um pedaço de pano maior do que o lenço normal e numa cor extravagante, tipo laranja, verde limão, etc)
O padre repete a pergunta, quase gritando:  "Zé Ligeiro Bafo de Onça aceita Chiquinha Donzela Juramentada como sua legítima esposa?"
O noivo responde com cara de bêbado: "Num era di meu gostu naum, venerandu padri, tô aqui forçadu, vice, mais o jeitu é aceitarrr... sim, né?"
O padre encerra a cerimônia e manda que os noivos se beijem. Zé Ligeiro puxa  Chiquinha para beijar, mas o pai não deixa...
O puxador da quadrilha, então, grita: "E viva os noivos!!!"  Todo mundo responde: "Vivaaaa!!!"
A noiva sai, alegre, de braço dado com o noivo e os padrinhos jogam arroz...
A partir daí começa o ARRASTA-PÉ: A QUADRILHA!!!
OBS:
A cerimônia religiosa deve ser bem engraçada. O texto poderá ser mais elaborado, de acordo com a criatividade de cada um. O importante é não se estender muito para não ficar cansativo.
7. O Bolo de Noiva
O bolo confeitado é, geralmente, na cor branca e salteado de bolinhas prateadas,   flores vermelhas ou com bandeiras e fogueira. O casal de noivos vestidos de matuto no alto do bolo para arrematar.
Outra maneira de enfeitar o bolo: colocar "fuxico" lado a lado, para dar acabamento ao bolo. Fica bem colorido e bonito.

8. Música e Dança


A música poderá ficar a cargo de um grupo de forró, contratar um DJ ou, ainda, ligar o som com cd’s de forró. A quadrilha é uma dança muito animada em que os casais fazem passos ensaiados e se revezam de acordo com as orientações do ‘puxador da dança’. O puxador da quadrilha é uma pessoa responsável pelo desenrolar da apresentação de cada etapa da dança. É necessário que o "puxador da quadrilha" seja uma pessoa bem extrovertida para ficar mais animado o arrasta-pé!!!

A quadrilha foi trazida ao Brasil pelos europeus, no início do século XIX, passando a ser dançada nos salões da corte e da aristocracia. Hoje é a atração principal de qualquer festa junina. Alguns passos da quadrilha estão abaixo.
Passos da quadrilha

Anarriê e alevantú – são termos que significam recuar e avançar. Intercalam-se os passos com anarriê e alevantú.
1º Passeio dos namorados - os pares de braços dados, em fila desfilarão indo um par para o lado esquerdo e o outro para o lado direito. O grupo de casais que foram para o lado esquerdo fica lado a lado; o mesmo procedimento para os casais do lado direito.
2º Os cumprimentos – os grupos já estão formados e ficam um em frente ao outro, indo todos para o centro do salão se cumprimentam e retornam aos seus lugares.
3º O cumprimento das damas – os homens batem palmas, enquanto as mulheres vão até o meio dançando e segurando a saia. Cumprimentam sorrindo. Em seus lugares (retornam aos seus lugares, para ficarem ao lado dos cavalheiros).
4º O cumprimento de cavalheiros – os homens vão até o meio batendo os pés com as mãos para trás, depois tiram o chapéu, cumprimentando as damas e se curvam. Em seus lugares (retornam aos seus lugares colocando o chapéu)
5º O Galopê – de dois em dois cruzam-se os pares da esquerda e direita no meio do salão, e trocam de
lugares, sempre galopando.
Do 6º até o 11º item os passos serão feitos em fila indiana!

6º Caminho da roça – cada dama fica na frente de seu cavalheiro, como fila indiana, havendo dama e cavalheiro, respectivamente.
7º Olha a chuvvvaaa – as mãos de cada pessoa são entrelaçadas acima da própria cabeça.
8º Já passooouuu - os homens colocam os braços para trás e as mulheres seguram a saia.
9º Mariii rose - as damas levam as mãos para trás, por cima da cabeça e seguram as mãos do cavalheiro que está atrás dela; Rose mariiiiiii – o cavalheiro passa a frente da dama, ainda segurando suas mãos, invertendo as posições.
10º. Olha a cobraaa – todos pulam
11º Já matouuuuuu – param de pular e continuam andando
12º Preparar-se para a grande roda – todos dão as mãos
13º Grande roda – a roda já formada vai girando
14º Damas ao centro – as damas fazem uma roda por dentro da roda maior que permanecem os cavalheiros...
GIRANDOOOO...
15º Preparar-se para a cestinha de rosas - damas ao lado direito de seus cavalheiros, ainda com as duas rodas formadas.
16º   Cestinha de rosas, enlaçouuuuuu – os homens erguem os braços e ficam as duas rodas entrelaçadas.
RODANDOOOOO...
17º Grande roda
–  voltam à posição do item 13º, dando-se as mãos.
18º Cavalheiros ao centro
19º Preparar-se para a cestinha de cravos
– os cavalheiros ficam a direita de seu par.
20ª Cestinha de cravos, enlaçouuuuuuuu – as mulheres erguem os braços e ficam as duas rodas entrelaçadas.
GIRANDOOOO...
21ª Grande roda.
22ª Preparar para o caracol – a noiva começa a puxar a fila
23ª Olha o caracol - sem desfazer a roda, a noiva puxa a fila para o centro do salão, formando uma serpentina.
24ª Desmanchar o caracol – é desfeita a serpentina com a noiva retornando para o lugar inicial, formando-se a grande roda novamente.
25ª Passeio dos Namorados – os pares são formadose andam em fila. os pares de braços dados, em fila desfilarão indo um par para o lado esquerdo e o outro para o lado direito. O grupo de casais que foram para o lado esquerdo fica lado a lado; o mesmo procedimento para os casais do lado direito.
26ª Preparar-se para o túnel – todos se dão às mãos por cima da cabeça, formando um túnel.
27ª Olha o túnel – o primeiro casal entra no túnel e os outros vão seguindo até desfazer o túnel.
28ª Passeio dos namorados
29ª DESPEDIDA
– os cavalheiros saem acenando com o chapéu; as damas acenando com a mão.
A partir daí todos estão liberados para dançar o forró.
9. Fogos
Quanto aos fogos todo o cuidado é pouco, principalmente com as crianças! Orientar a criançada para usar o ‘traque’, uma espécie de bombinha que jogada ao chão faz um barulhinho e não prejudica. Os ‘coqueirinhos’ são indicados para crianças maiores, mas sempre com acompanhamento e orientação de adultos. O grau de dificuldade e perigo dos fogos será determinado pela idade e atenção dos que irão manuseá-los.
10. Rainha do milho
A Rainha do Milho faz parte da comemoração junina. As participantes são escolhidas pela desenvoltura desfilando e dançando. É uma brincadeira muito divertida!  A confecção da  coroa e da faixa  é livre, de acordo com a criatividade e material disponível, porém a  pipoca e a palha são mais adequadas para o feitio. Há várias opções. Abaixo estão 02 sugestões  simples para que todos possam realizar uma animada festa junina.
A coroa pode ser confeccionada em cartolina e papel laminado; as pipocas ou grãos de milho farão o acabamento. Nas lojas de festas vendem espigas de milho, em miniatura, que podem ser aplicadas na coroa.
A faixa pode ser executada em tecido, como o morim, por exemplo, e colados os grãos para formar a frase RAINHA DO MILHO. 
11. Lembrancinhas:
1, Saquinho de chita amarrado com fitinha de cetim colorida ou cordão de sisal. Colocar dentro do saquinho: escapulário de Santo Antônio e a(s) oração(ões);
2. Garrafinha de vidro com Santo Antônio em miniatura e a(s) oração(ões). Fechar a garrafinha com rolha e pendurar fitinhas coloridas para dar o acabamento com laço;
3. Garrafinha de vidro com cachaça e mel. Colar o adesivo com o nome do evento (nome dos noivos, do aniversariante ou o nome da festa) - que poderá ser feito em casa mesmo. Fechar a garrafinha com rolha e arrematar com fitilhos (super fininhos)coloridos no gargalo - juntar as fitinhas e dar um laço
OBS:  A garrafinha é vendida em qualquer loja de material para festa.

Oração dos namorados:

Grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus anseios. Defende-me dos perigos, afasta de mim os fracassos, as desilusões, os desencantos. Faze que eu seja realista, confiante, digno(a) e alegre. Que eu saiba caminhar para o futuro e para a vida a dois com a vocação sagrada para formar uma família. Que meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todos os namorados busquem a mútua compreensão, a comunhão de vida e o crescimento na fé. Assim seja.

Oração para arranjar namorado e/ou casar:

Santo Antonio, eu sei que o casamento é uma vocação abençoada por Deus. É o sacramento do amor, comparado ao amor que Cristo tem para com a Igreja. Eu me sinto chamada para o casamento: por isto, Santo Antonio, ajuda-me a encontrar um namorado bom, amável, sério e sincero, que tenha os mesmos sentimentos de afeto que eu sinto. Faze que nos completemos um ao outro e formemos uma união abençoada por Deus, para que nós dois, juntos, sejamos capazes de vencer possíveis problemas familiares e conservemos sempre vivo o nosso amor, para que nunca falte a compreensão e a harmonia familiar. Santo Antonio abençoa-nos a mim e a meu namorado; acompanha-nos até o altar e conserva-nos unido pelo resto da nossa vida. Santo Antonio rogue por nós.
Desejo que a festa junina traga mais fraternidade e alegria.
VIVA SÃO JOÃO!!!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Olímpiada Nacional em História do Brasil

 

Informe do nosso Professor Joaquim Ferreira – História

Fonte: 30 de maio de 2011, por Assessoria de Imprensa UNICAMP

3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil recebe inscrições

O Museu Exploratório de Ciências - UNICAMP recebe desta segunda-feira até 9 de agosto, em sua página na internet, as inscrições para a 3ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Composta por cinco fases online e uma presencial, a competição envolve professores e alunos na resolução dos problemas propostos, com o objetivo de estimular o conhecimento e o estudo, despertando talentos e aptidões. A primeira fase da competição começa dia 15 de agosto. A fase presencial acontece no dias 15 e 16 de outubro, na Universidade Estadual de Campinas.

Podem participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do ensino fundamental e demais séries do ensino médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil. Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história. A taxa de inscrição é de 20 reais para equipes de escolas públicas e 40 para equipes de escolas particulares.

Como nas edições anteriores, o Museu custeará com o apoio do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e da empresa Azul Linhas Aéreas Brasileiras, a vinda de uma equipe de cada estado brasileiro para participar da fase presencial. Após a final da Olimpíada, os professores responsáveis por essas equipes permanecerão na Unicamp para realizar capacitação de uma semana.

A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro, prata e bronze e certificados de participação. A escola receberá doação de livros para o acervo da biblioteca e a assinatura da Revista de História da Biblioteca Nacional por um ano.

Sobre

A Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma realização do Museu Exploratório de Ciências – UNICAMP, concebida e elaborada por historiadores e professores de história do MC e da universidade. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.

O evento é patrocinado pelo CNPq e conta com o apoio da Revista de História da Biblioteca Nacional, da Azul Linhas Aéreas Brasileira e da TV Globo.

A 1ª Olimpíada, realizada em 2009, inscreveu mais de 16 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial realizada na Unicamp, nos dias 12 e 13 de dezembro. No ano passado, a 2ª edição cresceu exponencialmente, tendo grande alcance nacional com mais de 43 mil participantes. A estimativa dos organizadores para 2011 é triplicar a quantidade de participantes.

Museu Exploratório de Ciências
Universidade Estadual de Campinas
Est. Municipal Unicamp–Telebrás, km 1, s/nº
Caixa Postal 6025, Gabinete do Reitor CEP 13083-970, Campinas – SP

Formas de Contato

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Show de Talentos 2011!

Nosso Show de Talentos, organizado pela professora Claudia de Educação Física, ocorreu na última sexta, dia 27/5, no auditório do CEPCM. Houve apresentações de canto e dança, além de performances  e gastronomia.
O evento marcou a despedida da professora, que está em vias de se aposentar. Nas fotos, o registro de alguns momentos desta produção realizada em homenagem às mães.








sexta-feira, 27 de maio de 2011

Obras no Auditório-Teatro–Show de Talentos

 

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As obras no nosso Auditório-Teatro já possibilitam a utilização desse importante espaço nas atividades didático-pedagógicas do nosso Colégio. Nossos alunos(as)  Jéssica e Alex, Geisiane, Letícia e Patrícia e Rodrigo, Antonio e Bruna contam com a sempre presente colaboração da nossa funcionária, D. Dalva para arrumar o nosso autditório-Teatro para o Show de Talentos que acontece na tarde dessa sexta-feira.

Revolução Industrial

 

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Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. O tema Revolução Industrial numa abordagem interdisciplinar através da História, Geografia e Sociologia. Parceria dos Professores Paulo Roberto, Belmiro Braga, Marco Pavão e Marcos Bassolli, respectivamente Geografia, História, Sociologia e Orientador Tecnológico.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Rock in Rio–Concurso para alunos(as) da Educação Pública

lunos da rede estadual têm mais de 4 mil lugares garantidos no Rock in Rio! Participe!

Quer ganhar dois ingressos para assistir a um dia do maior festival de musica do ano? O Rock in Rio organizou o concurso “1 Ingresso por 1 Mundo Melhor”, voltado exclusivamente para a rede pública de ensino, que vai distribuir 2.250 ingressos duplos para os autores dos trabalhos mais criativos com o tema “Um mundo melhor”! Os estudantes podem participar enviando vídeos, músicas, poesias ou fotografia, tanto individualmente quanto em grupos de até cinco pessoas. As inscrições serão feitas online na página www.rockinrio.com.br/porummundomelhoraté o dia 15 de julho! Fique atento às principais regras!
• Podem participar alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da rede pública de ensino;
• As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de julho pelo Formulário de Inscrição na internet;
• Os vídeos devem ter entre um e dois minutos, devem ser hospedados no YouTube e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As músicas devem ter entre dois e três minutos, escritas em português e hospedadas no site SoundCloud e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As fotos devem ser hospedadas no site Flickr e o link publicado na Ficha de Inscrição;
• Lembrando que todos os trabalhos devem ser originais!
O resultado do concurso será divulgado no dia 15 de agosto no site do concurso! Para cadastrar o seu trabalho ou saber mais informações sobre como participar, acesse www.rockinrio.com.br/porummundomelhor!

Colaboração: Alexandre Monção

terça-feira, 17 de maio de 2011

Política Educacional–Campanha Salarial

Tentei enviar, através do link “Fale com o seu deputado”, essa carta ao Deputados Comte Bitencourt, Andréa Busatto, Marcelo Freixo e André Correa. O link não está funcionando. Por que será? Congestionado?


Sou Professor do Estado há mais de 25 anos! Não vejo reajuste no meu salário há muito tempo. Não creio que essa informação tão preciosa seja do desconhecimento do Senhor e dos seus pares nessa casa legislativa.
Não propor reajuste salarial para uma categoria como a nossa, pilar básico para a construção de uma Educação Pública no Estado do Rio de Janeiro, é um escárnio e um deboche por parte do Governo do Estado.
Essa casa legislativa precisa e tem o dever de garantir, através da sua intermediação política, que o governo do estado (note que usei minúsculas)comece a investir na valorização-recomposição salarial do material humano da Secretaria de Educação, a começar pelos seus quadros escolares: professores e funcionários, já que para os diretores o reajuste acaba de ser concedido e é de 100% CEM POR CENTO.
Não se faz educação pública de qualidade sem esse primeiro e decisivo passo. Tereza Porto, ex-secretária, investiu em equipamentos e tecnologia. O atual secretário, Wilson Rizolia, começa investindo em gestão e procedimentos administrativos quando deveria começar a investir no HUMANO - no PESSOAL - no SERVIDOR.
Isso é o que esperamos, isso é o que desejamos, isso é o que a  EDUCAÇÃO PÚBLICA desse Estado da Federação (um dos últimos colocados no IDEB) NECESSITA EM TERMOS DE INÍCIO DE UMA POLÍTICA EDUCACIONAL séria e comprometida com a construção de uma Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.
Por favor, Senhor Deputado, não nos obrigue a pedir o que pode ser ofertado e, acima de tudo, é o nosso direito.
Professor Marcos Aurélio Bassolli Alves
C.E. Professor Clóvis Monteiro
www.cepcm.blogspot.com  

segunda-feira, 16 de maio de 2011

SEPE contesta dados da SEEDUC sobre carência de docentes

Sepe contesta dados da SEEDUC sobre profissionais cedidos a outros órgãos publicada pelo jornal O Globo

O Sepe contesta as informações veiculadas no Jornal o Globo, nos dias 12 e 13 de maio, em matéria sobre profissonais de educação que se encontram fora de sala de aula, cedidos para diferentes órgãos públicos do estado ou municipais. Segundo a matéria “Professores trocam salas de aula pela Alerj”, a SEEDUC estaria alegando que uma das causas para a carência de profissionais nas escolas estaduais seria o “elevado” numero de profissionais cedidos para o trabalho em diversos órgãos.

A matéria apurou que, ao todo, são 1.605 os profissonais que estariam trabalhado em outras secretarias, fundações, autarquias ou prefeituras. Ainda segundo a reportagem, no início do ano a SEEDUC aunciou que não iria mais arcar com os vencimentos de quem está fora da rede e que já teria sido convocados de volta para as escolas 420 profissionais e que a economia com corte dos salários dos cedidos chegaria a R$ 2 milhões por mês.

O sindicato não entende como a Secretaria pode chegar a tais dados, como o da economia mensal de R$ 2 milhões com a volta de 420 profissionais que estavam cedidos.  Para chegar a tal economia o estado teria que estar pagando a cada um deste profissoinais média de R$ 1.877, muito superior ao teto pago atualmente, de R$ 1.511 para os profissionais da rede regular. Outro dado que causa espanto é o de que a SEEDUC considera os 678  professores da rede estadual que dão aulas na FAETEC como cedidos, mas tal critério de transferência foi criado pelo próprio governo do Estado. Os números divulgados pela SEEDUC também mostram que 70 profissionais estariam em outras redes muncipais, através de permutas. Ora quando ocorre uma permuta, um professor se transfere, mas outro do lugar para onde ele está indo vem em seu lugar; portanto, onde está a falta nestes casos.

Outro dado que também causa revolta é a divulgação do numero de profissionais licenciados (cerca de 8 mil, segundo a matéria).Ora, as licenças médicas são concedidas somente depois que o profissional passa pela Perícia Médica do Estado. E as péssimas condições de trabalho e de salários na rede é que são as principais responsáveis pelo alto índice de ocorrência de doenças do trabalho, como já comprovou um estudo realizado por uma parceria do Sepe com a Fiocruz e a UERJ.

O Sepe entende que a SEEDUC, mais uma vez, tenta mascarar a carência de profissionais com dados  distorcidos sobre os profissionais cedidos a pedido de outros órgãos e autorizados conforme a legislação do funcionalismo municipal ou com os profissionais que adoecem por causa das precárias condições de trabalho que o próprio estado oferece. Inclusive, na matéria, a Secretaria afirma que a carência é de 3.741 profissionais, quando todos sabemos que ela é de mais de 10 mil.  Desta maneira, mais uma vez, o governo estadual tenta jogar a culpa da falta de professores em sala de aula nos profissionais de educação.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Convergência e integração das mídias

 

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Não se trata apenas da exibição de uma grande obra cinematográfica, Tempos Modernos é um clássico que muitos dos nossos alunos não viram. Depois da exibição os Professores de Sociologia (Marco Pavão), História (Belmiro Carvalho) e Geografia (Paulo Roberto) com o apoio do Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli) debatem com os alunos os pressupostos e as consequências da Revolução Industrial e orientam pesquisas na internet que procuram aprofundar assuntos ligados ao tema. Integração e convergência das mídias para a Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.

Cine Clube

 

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Exibição do filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Pesquisa na internet sobre a Revolução Industrial e as condições de trabalho naquela época: convergência e integração das mídias na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro.

Cine Clube

 

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Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin dentro do tema “Revolução Industrial”.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Depoimento de ex-aluno

"Era um colégio público em que os professores não faltavam à toa, tudo funcionava a contento. Havia refeitório, lanche, aula de educação física e mestres maravilhosos. E uma modernidade arquitetônica: não tinha escadas, tinha rampas.

D. Maria Inês era uma verdadeira rainha, no porte e na linha dura. Professora de português sisuda, mas de uma cultura incrível, que ela passava como quem não quer nada, para aqueles adolescentes suburbanos de classe média baixa, mas de mente aberta para o novo. Foi assim que entramos no mundo de Eça de Queiroz, Alexandre Herculano, José de Alencar, Machado de Assis e muitos outros.

Nosso livro de cabeceira (ops), de carteira, era o Roteiro Literário do Brasil e Portugal, de Álvaro Lins e Aurélio Buarque de Holanda.
E ela cuidava de jogar em cima da gente, de vez em quando, coisas sofisticadas, quando nos fez encenar uma história de Hans Christian Andersen – “A Sereiazinha”, com música de Debussy –L’aprés-midi d’un Faune” e bonecos confeccionados em papier machê, pelos alunos. A gente ficava uma arara, com ela, por exigir tanto, mas no fim do curso foi a escolhida como paraninfa da turma.
Professor Abelardo emocionava-se quando alguém lia de maneira impecável uma passagem de sua disciplina, História, premiando o leitor com uma nota 10.
Padre Félix era o mestre de Latim e, entre outros ablativos, nos fez conhecer as maravilhosas fábulas de Fedro, a versão romana de “Esopo”.
Havia ainda o Astrogildo, de Ciências; D. Zuleide, de Geografia, D. Maria José Limoges, de Inglês (num final de ano ela me deu um livro com peças de Shakespeare); professor Jair, de Matemática; professor Oswaldo, de Francês, que colocava “La Vie en Rose” pra gente ouvir. E muitos outros tão bons quanto estes citados.

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Alunas e Prof. Astrogildo - 1959


O Clovis Monteiro tinha ainda um terreno enorme, cheio de árvores, algum capim, ar fresco circulando e uns flamboyants escandalosamente lindos. Era um colégio ecologicamente correto e a gente não sabia.
Por tudo isso, nossa turma do ginásio, que se formou em 1959, foi privilegiada. Dela saíram professores, jornalista, designers, advogados (defensores públicos), publicitário, escritor, sociólogo, empresários e até um capitão de mar-e-guerra, entre outras profissões dignas.

Naquele tempo, no Clóvis Monteiro, a escola era risonha e franca! "

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Missa de Formatura - Turma de 1959

Esse depoimento foi obtido através de uma postagem, em comentários, de uma ex-aluna. O comentário original está num blog que, naturalmente, publicamos abaixo como referência bibliográfica:

http://rioquemoranomar.blogspot.com/2009/09/outros-tempos-de-escolas.html 

Agradecemos outras contribuições que ajudem a resgatar a nossa história de qualidade na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro. Prof. Marcos Bassolli

terça-feira, 3 de maio de 2011

Exercícios–Tempo Modernos

Turmas 3007 e 3008

Revolução Industrial.

Cine Clube: “TEMPOS MODERNOS” de Charles Chaplin

Geografia: Prof. Paulo Roberto, História: Prof. Belmiro, Sociologia: Prof. Marco Pavão, Orientação Tecnológica: Prof. Marcos Bassolli

1. Quando e onde se passa a história?

2. Onde o personagem principal, Carlitos, trabalha no início do filme?

3. Durante a sua jornada de trabalho, Carlitos tem um colapso nervoso e é internado. Por que ele tem um colapso nervoso?

4. O processo de produção implementado na fábrica onde ele trabalhava se chama “Fordismo”. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ) e procure informações sobre o “Fordismo”.

5. Ao sair do hospital Carlitos se vê envolvido numa passeata de trabalhadores e acaba sendo preso, acusado de líder comunista. Faça uma pesquisa na internet (use www.bing.com.br ) e procure mais informações sobre as condições de vida dos trabalhadores nos primórdios da Revolução Industrial.

6. O que aconteceu na prisão que levou o delegado a dar-lhe uma carta de recomendação para que ele pudesse procurar emprego e ser contratado?

7. Por que, depois de estar livre e com uma carta de recomendação do delegado ele decide que é melhor voltar para a prisão?

8. Logo no início do filme os trabalhadores são comparados a ovelhas. Você já presenciou uma situação parecida aqui na Cidade do Rio de Janeiro?

9. Faça um pequeno comentário elogiando ou criticando o filme.

10. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ou www.bing.com.br – imagens) sobre “Charles Chaplin.

11. Qual é a grande lição que o personagem Carlitos tenta passar para a menina de rua, sua companheira de jornada.

12. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e deixe um comentário na publicação Cine Clube – “Tempos Modernos” não esqueça de informar o seu nome e a sua turma.

13. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e torne-se um “seguidor”. Dúvidas? Entre em contato com o Laboratório de Informática.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Cine Clube–Tempos Modernos

Sinopse

O clássico do genial Charles Chaplin, Tempos modernos, retrata a interligação da vida com um relógio. O tempo marca a vida de operários de uma fábrica onde se desenvolve boa parte da ação. O filme começa com imagens de um rebanho de ovelhas que, na sequência, são substiuídas pela imagem de um grupo de operários saindo da fábrica. Pela cena inicial, nota-se a pressa em mostrar que a responsabilidade de massificação do proletariado corresponde ao processo de desumanização imposto pela máquina. Tempos Modernos mostra um patrão em que ao mesmo tempo brinca de quebra-cabeça e lê gibi e paralelamente controla, de sua sala, através de um circuíto fechado de televisão o trabalho de seus empregados. Em Tempos Modernos, Carlitos é um trabalhador da fábrica, em uma lnha de montagem. O seu serviço é ajustar os parafusos a uma velocidade que não consegue nem se coçar, sem que haja quebra no ritmo de trabalho dos companheiros.

Ficha Técnica

Título original: Charlie Chaplin – Modern Times

Lançamento: 1936 (EUA)

Direção: Charles Chaplin

Atores: Charles Chaplin, Paulette Goddard

Duração: 87 Minutos

Gênero: Comédia

Fonte: http://cinecultfilms.wordpress.com/2011/04/16/especial-charlie-chaplin-122%C2%B0-aniversario/ 


Cine Clube–Tempos Modernos

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Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao Filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Gostou da atividade? Gostaria de assistir a outro filme de Charles Chaplin? Tem alguma sugestão de filme para assistirmos? Deixe os seus comentários não esquecendo de informar o seu nome e turma.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Maketing errado na Cidade do Rio de Janeiro

 

P1020197 A galera que pensa o marketing há de concordar que esse tipo de projeto, no local onde se encontra, é grotesco. Poluição visual patrocidana pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Nosso Governador tá deixando passar ou não está sendo bem assessorado?

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Análise Socrática dos Tempos Atuais

Frei Beto

Frei Beto

Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom então de manhã você pode brincar e dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.

Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.

Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.

Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?

A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.

Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis,  usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba  precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.

O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.

Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...

Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.

Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hamburger do Mc Donald...

Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:

- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tempos Modernos

 

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Alunos(as) do terceiro ano do turno noturno (3007 e 3008) assitem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Parte lúdica e artística para a aprendizagem e conhecimento da Revolução Industrial, seus pressupostos e consequências.

Inciativa fruto do trabalho colaborativo entre os Professores de História (Belmiro Carvalho), Geografia (Paulo Roberto) e Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli).

Na sequência, exercícios sobre o filme e sobre o tema “Revolução Industrial” com componentes de pesquisa e aprofundamento através do uso da  internet.

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Precisamos melhorar…com urgência.

 

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Nossa marquise, que cobre o pátio e o acesso ao refeitório e à secretaria mostra que  precisamos urgentemente de obras.

Parte do reboco entre a primeira e a segunda pilastras, ao fundo, caiu e a infiltração avança em outras pilastras e partes da marquise conforme podemos ver na segunda pilastra do primeiro plano da foto.

Conforme debatemos na nossa última reunião de sábado, 02 de abril de 2011, nosso desafio é também melhorar os indicadores da nossa avaliação em infra-estrutura.

Assim como a infra-estrutura básica do nosso edifício, a nossa Rede Elétrica é um ponto crucial para a melhoria do nosso indicador. Ela está estrangulada, obsoleta e impedindo a melhoria das nossas condições de trabalho e de “qualidade ambiental” nas salas de aulas além de comprometer a utilização plena do Laboratório de Informática,

 

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Reunião Pedagógica

 

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Sábado, 02 de abril de 2011.

Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Reunião Pedagógica

 

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Sábado, 02 de abril de 2011.

Publicado por mbasssolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli

Reunião Pedagógica

 

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Sábado, 02 de abril de 2011.

Publicado por mbassolli@prof.educação.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli