segunda-feira, 30 de maio de 2011
Show de Talentos 2011!
O evento marcou a despedida da professora, que está em vias de se aposentar. Nas fotos, o registro de alguns momentos desta produção realizada em homenagem às mães.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Obras no Auditório-Teatro–Show de Talentos
As obras no nosso Auditório-Teatro já possibilitam a utilização desse importante espaço nas atividades didático-pedagógicas do nosso Colégio. Nossos alunos(as) Jéssica e Alex, Geisiane, Letícia e Patrícia e Rodrigo, Antonio e Bruna contam com a sempre presente colaboração da nossa funcionária, D. Dalva para arrumar o nosso autditório-Teatro para o Show de Talentos que acontece na tarde dessa sexta-feira.
Revolução Industrial
Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. O tema Revolução Industrial numa abordagem interdisciplinar através da História, Geografia e Sociologia. Parceria dos Professores Paulo Roberto, Belmiro Braga, Marco Pavão e Marcos Bassolli, respectivamente Geografia, História, Sociologia e Orientador Tecnológico.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Rock in Rio–Concurso para alunos(as) da Educação Pública
lunos da rede estadual têm mais de 4 mil lugares garantidos no Rock in Rio! Participe!
Quer ganhar dois ingressos para assistir a um dia do maior festival de musica do ano? O Rock in Rio organizou o concurso “1 Ingresso por 1 Mundo Melhor”, voltado exclusivamente para a rede pública de ensino, que vai distribuir 2.250 ingressos duplos para os autores dos trabalhos mais criativos com o tema “Um mundo melhor”! Os estudantes podem participar enviando vídeos, músicas, poesias ou fotografia, tanto individualmente quanto em grupos de até cinco pessoas. As inscrições serão feitas online na página www.rockinrio.com.br/porummundomelhoraté o dia 15 de julho! Fique atento às principais regras!
• Podem participar alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio da rede pública de ensino;
• As inscrições devem ser feitas até o dia 15 de julho pelo Formulário de Inscrição na internet;
• Os vídeos devem ter entre um e dois minutos, devem ser hospedados no YouTube e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As músicas devem ter entre dois e três minutos, escritas em português e hospedadas no site SoundCloud e o link deve constar no Formulário de Inscrição;
• As fotos devem ser hospedadas no site Flickr e o link publicado na Ficha de Inscrição;
• Lembrando que todos os trabalhos devem ser originais!
O resultado do concurso será divulgado no dia 15 de agosto no site do concurso! Para cadastrar o seu trabalho ou saber mais informações sobre como participar, acesse www.rockinrio.com.br/porummundomelhor!
Colaboração: Alexandre Monção
terça-feira, 17 de maio de 2011
Política Educacional–Campanha Salarial
Tentei enviar, através do link “Fale com o seu deputado”, essa carta ao Deputados Comte Bitencourt, Andréa Busatto, Marcelo Freixo e André Correa. O link não está funcionando. Por que será? Congestionado?
Sou Professor do Estado há mais de 25 anos! Não vejo reajuste no meu salário há muito tempo. Não creio que essa informação tão preciosa seja do desconhecimento do Senhor e dos seus pares nessa casa legislativa.
Não propor reajuste salarial para uma categoria como a nossa, pilar básico para a construção de uma Educação Pública no Estado do Rio de Janeiro, é um escárnio e um deboche por parte do Governo do Estado.
Essa casa legislativa precisa e tem o dever de garantir, através da sua intermediação política, que o governo do estado (note que usei minúsculas)comece a investir na valorização-recomposição salarial do material humano da Secretaria de Educação, a começar pelos seus quadros escolares: professores e funcionários, já que para os diretores o reajuste acaba de ser concedido e é de 100% CEM POR CENTO.
Não se faz educação pública de qualidade sem esse primeiro e decisivo passo. Tereza Porto, ex-secretária, investiu em equipamentos e tecnologia. O atual secretário, Wilson Rizolia, começa investindo em gestão e procedimentos administrativos quando deveria começar a investir no HUMANO - no PESSOAL - no SERVIDOR.
Isso é o que esperamos, isso é o que desejamos, isso é o que a EDUCAÇÃO PÚBLICA desse Estado da Federação (um dos últimos colocados no IDEB) NECESSITA EM TERMOS DE INÍCIO DE UMA POLÍTICA EDUCACIONAL séria e comprometida com a construção de uma Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.
Por favor, Senhor Deputado, não nos obrigue a pedir o que pode ser ofertado e, acima de tudo, é o nosso direito.
Professor Marcos Aurélio Bassolli Alves
C.E. Professor Clóvis Monteiro
www.cepcm.blogspot.com
segunda-feira, 16 de maio de 2011
SEPE contesta dados da SEEDUC sobre carência de docentes
| Sepe contesta dados da SEEDUC sobre profissionais cedidos a outros órgãos publicada pelo jornal O Globo |
O Sepe contesta as informações veiculadas no Jornal o Globo, nos dias 12 e 13 de maio, em matéria sobre profissonais de educação que se encontram fora de sala de aula, cedidos para diferentes órgãos públicos do estado ou municipais. Segundo a matéria “Professores trocam salas de aula pela Alerj”, a SEEDUC estaria alegando que uma das causas para a carência de profissionais nas escolas estaduais seria o “elevado” numero de profissionais cedidos para o trabalho em diversos órgãos. A matéria apurou que, ao todo, são 1.605 os profissonais que estariam trabalhado em outras secretarias, fundações, autarquias ou prefeituras. Ainda segundo a reportagem, no início do ano a SEEDUC aunciou que não iria mais arcar com os vencimentos de quem está fora da rede e que já teria sido convocados de volta para as escolas 420 profissionais e que a economia com corte dos salários dos cedidos chegaria a R$ 2 milhões por mês. O sindicato não entende como a Secretaria pode chegar a tais dados, como o da economia mensal de R$ 2 milhões com a volta de 420 profissionais que estavam cedidos. Para chegar a tal economia o estado teria que estar pagando a cada um deste profissoinais média de R$ 1.877, muito superior ao teto pago atualmente, de R$ 1.511 para os profissionais da rede regular. Outro dado que causa espanto é o de que a SEEDUC considera os 678 professores da rede estadual que dão aulas na FAETEC como cedidos, mas tal critério de transferência foi criado pelo próprio governo do Estado. Os números divulgados pela SEEDUC também mostram que 70 profissionais estariam em outras redes muncipais, através de permutas. Ora quando ocorre uma permuta, um professor se transfere, mas outro do lugar para onde ele está indo vem em seu lugar; portanto, onde está a falta nestes casos. Outro dado que também causa revolta é a divulgação do numero de profissionais licenciados (cerca de 8 mil, segundo a matéria).Ora, as licenças médicas são concedidas somente depois que o profissional passa pela Perícia Médica do Estado. E as péssimas condições de trabalho e de salários na rede é que são as principais responsáveis pelo alto índice de ocorrência de doenças do trabalho, como já comprovou um estudo realizado por uma parceria do Sepe com a Fiocruz e a UERJ. O Sepe entende que a SEEDUC, mais uma vez, tenta mascarar a carência de profissionais com dados distorcidos sobre os profissionais cedidos a pedido de outros órgãos e autorizados conforme a legislação do funcionalismo municipal ou com os profissionais que adoecem por causa das precárias condições de trabalho que o próprio estado oferece. Inclusive, na matéria, a Secretaria afirma que a carência é de 3.741 profissionais, quando todos sabemos que ela é de mais de 10 mil. Desta maneira, mais uma vez, o governo estadual tenta jogar a culpa da falta de professores em sala de aula nos profissionais de educação. |
terça-feira, 10 de maio de 2011
Convergência e integração das mídias
Não se trata apenas da exibição de uma grande obra cinematográfica, Tempos Modernos é um clássico que muitos dos nossos alunos não viram. Depois da exibição os Professores de Sociologia (Marco Pavão), História (Belmiro Carvalho) e Geografia (Paulo Roberto) com o apoio do Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli) debatem com os alunos os pressupostos e as consequências da Revolução Industrial e orientam pesquisas na internet que procuram aprofundar assuntos ligados ao tema. Integração e convergência das mídias para a Educação Pública de Qualidade no Estado do Rio de Janeiro.
Cine Clube
Exibição do filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Pesquisa na internet sobre a Revolução Industrial e as condições de trabalho naquela época: convergência e integração das mídias na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Cine Clube
Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin dentro do tema “Revolução Industrial”.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Depoimento de ex-aluno
"Era um colégio público em que os professores não faltavam à toa, tudo funcionava a contento. Havia refeitório, lanche, aula de educação física e mestres maravilhosos. E uma modernidade arquitetônica: não tinha escadas, tinha rampas.
D. Maria Inês era uma verdadeira rainha, no porte e na linha dura. Professora de português sisuda, mas de uma cultura incrível, que ela passava como quem não quer nada, para aqueles adolescentes suburbanos de classe média baixa, mas de mente aberta para o novo. Foi assim que entramos no mundo de Eça de Queiroz, Alexandre Herculano, José de Alencar, Machado de Assis e muitos outros.
Nosso livro de cabeceira (ops), de carteira, era o Roteiro Literário do Brasil e Portugal, de Álvaro Lins e Aurélio Buarque de Holanda.
E ela cuidava de jogar em cima da gente, de vez em quando, coisas sofisticadas, quando nos fez encenar uma história de Hans Christian Andersen – “A Sereiazinha”, com música de Debussy –L’aprés-midi d’un Faune” e bonecos confeccionados em papier machê, pelos alunos. A gente ficava uma arara, com ela, por exigir tanto, mas no fim do curso foi a escolhida como paraninfa da turma.
Professor Abelardo emocionava-se quando alguém lia de maneira impecável uma passagem de sua disciplina, História, premiando o leitor com uma nota 10.
Padre Félix era o mestre de Latim e, entre outros ablativos, nos fez conhecer as maravilhosas fábulas de Fedro, a versão romana de “Esopo”.
Havia ainda o Astrogildo, de Ciências; D. Zuleide, de Geografia, D. Maria José Limoges, de Inglês (num final de ano ela me deu um livro com peças de Shakespeare); professor Jair, de Matemática; professor Oswaldo, de Francês, que colocava “La Vie en Rose” pra gente ouvir. E muitos outros tão bons quanto estes citados.
Alunas e Prof. Astrogildo - 1959
O Clovis Monteiro tinha ainda um terreno enorme, cheio de árvores, algum capim, ar fresco circulando e uns flamboyants escandalosamente lindos. Era um colégio ecologicamente correto e a gente não sabia.
Por tudo isso, nossa turma do ginásio, que se formou em 1959, foi privilegiada. Dela saíram professores, jornalista, designers, advogados (defensores públicos), publicitário, escritor, sociólogo, empresários e até um capitão de mar-e-guerra, entre outras profissões dignas.
Naquele tempo, no Clóvis Monteiro, a escola era risonha e franca! "
Missa de Formatura - Turma de 1959
Esse depoimento foi obtido através de uma postagem, em comentários, de uma ex-aluna. O comentário original está num blog que, naturalmente, publicamos abaixo como referência bibliográfica:
http://rioquemoranomar.blogspot.com/2009/09/outros-tempos-de-escolas.html
Agradecemos outras contribuições que ajudem a resgatar a nossa história de qualidade na Educação Pública do Estado do Rio de Janeiro. Prof. Marcos Bassolli
terça-feira, 3 de maio de 2011
Exercícios–Tempo Modernos
Turmas 3007 e 3008
Revolução Industrial.
Cine Clube: “TEMPOS MODERNOS” de Charles Chaplin
Geografia: Prof. Paulo Roberto, História: Prof. Belmiro, Sociologia: Prof. Marco Pavão, Orientação Tecnológica: Prof. Marcos Bassolli
1. Quando e onde se passa a história?
2. Onde o personagem principal, Carlitos, trabalha no início do filme?
3. Durante a sua jornada de trabalho, Carlitos tem um colapso nervoso e é internado. Por que ele tem um colapso nervoso?
4. O processo de produção implementado na fábrica onde ele trabalhava se chama “Fordismo”. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ) e procure informações sobre o “Fordismo”.
5. Ao sair do hospital Carlitos se vê envolvido numa passeata de trabalhadores e acaba sendo preso, acusado de líder comunista. Faça uma pesquisa na internet (use www.bing.com.br ) e procure mais informações sobre as condições de vida dos trabalhadores nos primórdios da Revolução Industrial.
6. O que aconteceu na prisão que levou o delegado a dar-lhe uma carta de recomendação para que ele pudesse procurar emprego e ser contratado?
7. Por que, depois de estar livre e com uma carta de recomendação do delegado ele decide que é melhor voltar para a prisão?
8. Logo no início do filme os trabalhadores são comparados a ovelhas. Você já presenciou uma situação parecida aqui na Cidade do Rio de Janeiro?
9. Faça um pequeno comentário elogiando ou criticando o filme.
10. Faça uma pesquisa na internet (use www.google.com.br ou www.bing.com.br – imagens) sobre “Charles Chaplin.
11. Qual é a grande lição que o personagem Carlitos tenta passar para a menina de rua, sua companheira de jornada.
12. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e deixe um comentário na publicação Cine Clube – “Tempos Modernos” não esqueça de informar o seu nome e a sua turma.
13. Acesse ao blog do nosso Colégio em www.cepcm.blogspot.com e torne-se um “seguidor”. Dúvidas? Entre em contato com o Laboratório de Informática.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Cine Clube–Tempos Modernos
Sinopse
O clássico do genial Charles Chaplin, Tempos modernos, retrata a interligação da vida com um relógio. O tempo marca a vida de operários de uma fábrica onde se desenvolve boa parte da ação. O filme começa com imagens de um rebanho de ovelhas que, na sequência, são substiuídas pela imagem de um grupo de operários saindo da fábrica. Pela cena inicial, nota-se a pressa em mostrar que a responsabilidade de massificação do proletariado corresponde ao processo de desumanização imposto pela máquina. Tempos Modernos mostra um patrão em que ao mesmo tempo brinca de quebra-cabeça e lê gibi e paralelamente controla, de sua sala, através de um circuíto fechado de televisão o trabalho de seus empregados. Em Tempos Modernos, Carlitos é um trabalhador da fábrica, em uma lnha de montagem. O seu serviço é ajustar os parafusos a uma velocidade que não consegue nem se coçar, sem que haja quebra no ritmo de trabalho dos companheiros.
Ficha Técnica
Título original: Charlie Chaplin – Modern Times
Lançamento: 1936 (EUA)
Direção: Charles Chaplin
Atores: Charles Chaplin, Paulette Goddard
Duração: 87 Minutos
Gênero: Comédia
Fonte: http://cinecultfilms.wordpress.com/2011/04/16/especial-charlie-chaplin-122%C2%B0-aniversario/
Cine Clube–Tempos Modernos
Alunos(as) das turmas 3007 e 3008 assistem ao Filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Gostou da atividade? Gostaria de assistir a outro filme de Charles Chaplin? Tem alguma sugestão de filme para assistirmos? Deixe os seus comentários não esquecendo de informar o seu nome e turma.
domingo, 1 de maio de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Maketing errado na Cidade do Rio de Janeiro
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Análise Socrática dos Tempos Atuais
Frei Beto
Frei Beto
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom então de manhã você pode brincar e dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...' 'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.
Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping Center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas.
Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hamburger do Mc Donald...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia:
- "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz !"
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Tempos Modernos
Alunos(as) do terceiro ano do turno noturno (3007 e 3008) assitem ao filme “Tempos Modernos” de Charles Chaplin. Parte lúdica e artística para a aprendizagem e conhecimento da Revolução Industrial, seus pressupostos e consequências.
Inciativa fruto do trabalho colaborativo entre os Professores de História (Belmiro Carvalho), Geografia (Paulo Roberto) e Orientador Tecnológico (Marcos Bassolli).
Na sequência, exercícios sobre o filme e sobre o tema “Revolução Industrial” com componentes de pesquisa e aprofundamento através do uso da internet.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Precisamos melhorar…com urgência.
Nossa marquise, que cobre o pátio e o acesso ao refeitório e à secretaria mostra que precisamos urgentemente de obras.
Parte do reboco entre a primeira e a segunda pilastras, ao fundo, caiu e a infiltração avança em outras pilastras e partes da marquise conforme podemos ver na segunda pilastra do primeiro plano da foto.
Conforme debatemos na nossa última reunião de sábado, 02 de abril de 2011, nosso desafio é também melhorar os indicadores da nossa avaliação em infra-estrutura.
Assim como a infra-estrutura básica do nosso edifício, a nossa Rede Elétrica é um ponto crucial para a melhoria do nosso indicador. Ela está estrangulada, obsoleta e impedindo a melhoria das nossas condições de trabalho e de “qualidade ambiental” nas salas de aulas além de comprometer a utilização plena do Laboratório de Informática,
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Reunião Pedagógica
Sábado, 02 de abril de 2011.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Reunião Pedagógica
Sábado, 02 de abril de 2011.
Publicado por mbasssolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Reunião Pedagógica
Sábado, 02 de abril de 2011.
Publicado por mbassolli@prof.educação.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Japão: antes e depois do terremoto e do tsunami
http://www.nytimes.com/interactive/2011/03/13/world/asia/satellite-photos-japan-before-and-after-tsunami.html
Conforme indicação do Prof. Paulo Roberto (Geografia), publicamos o link acima, do “The New York Times”, com um recurso que permite visualizar a devastação causada ao Japão pelos recentes acontecimentos.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
IBGE lança mapa planisfério interativo
http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Escola, mídias e tecnologias na educação.
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Marcos Aurélio Bassolli Alves[1]
Nosso pressuposto, fundado na nossa vivência, é de que a percepção da realidade e o conhecimento apresentam-se fragmentados na Escola nos seus diferentes conteúdos e disciplinas. Ao mesmo tempo em que reconhecemos que o avanço do conhecimento é vital para o aumento da produção [e da mais-valia], acreditamos que o acesso às Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – NTIC’s pode significar uma mudança no nosso aparato de percepção e concepção[2] da realidade e apontar para uma mudança nas práticas rotineiras e nos hábitos e atitudes dos professores-educadores e dos alunos. “O conhecimento não é fragmentado, é interdependente, interligado, intersensorial. Conhecer significa compreender todas as dimensões da realidade, captar e expressar essa totalidade de forma cada vez mais ampla e integral. Conhecemos mais e melhor conectando, juntando, relacionando, acessando o nosso objeto de todos os pontos de vista, por todos os caminhos, integrando-os da forma mais rica possível”.[i]
Tecnologia educacional – tecnologia na educação
A tecnologia educacional, como campo de estudo, tem seu desenvolvimento na primeira metade do século passado através do emprego de materiais visuais. A utilização de meios audiovisuais com finalidade educativa constitui o primeiro campo da tecnologia educacional, onde a pesquisa e o estudo das aplicações de meios e materiais ao ensino serão constantes nos trabalhos.
A tecnologia educacional, denominada ciência do planejamento do ensino, se configura então como a aplicação operacional das disciplinas (psicológicas, curriculares e filosóficas) para a melhoria e eficácia do processo ensino-aprendizagem.
Nos anos 60, a revolução eletrônica dos meios de comunicação (rádio e tv) contribuirá decisivamente, devido ao seu alcance territorial e comunicativo, para as mudanças nos costumes sociais, na maneira de fazer política e até de se perceber, através dos programas jornalísticos, a economia e a realidade nas suas mais diferentes escalas.
Dessa forma, a tecnologia educacional inicia a década de 1970 consolidando-se como uma disciplina científica que teria o potencial de regular e prescrever a ação educativa. Para a Comissão de Tecnologia Educacional dos Estados Unidos, a Tecnologia Educacional deveria ser entendida como uma “maneira sistemática de projetar, levar a cabo e avaliar o processo de aprendizagem e ensino em termos objetivos específicos, baseados na pesquisa da aprendizagem e na comunicação humana, empregando uma combinação de recursos humanos e materiais para conseguir uma aprendizagem mais efetiva”. (Sancho, 1997)[ii]
Na década de 1980, a UNESCO formulou uma dupla concepção para o conceito de tecnologia educacional avançando ainda mais no seu entendimento: primeiro ela seria concebida como o uso para fins educativos dos meios originados da revolução das comunicações, englobando meios audiovisuais, TV, computadores e outros tipos de hard e software. A outra concepção, mais abrangente, considera o modo sistemático de perceber, conceber e vivenciar o conjunto de processos de ensino aprendizagem como a base da Tecnologia Educacional que se propõe a usar os recursos técnicos e humanos para uma maior eficiência.
As tecnologias educacionais avançam inseridas agora nas NTIC’s onde passam a contar com dispositivos projetados para armazenar, processar e transmitir, de modo flexível e não linear, uma grande quantidade de informações, sons e imagens. Nesse momento, é importante [re] afirmar que os meios em si não constituem toda a tecnologia educacional. Nem mesmo o termo tecnologia educacional é consenso, muitos preferem o termo tecnologias na educação.
Para além dos termos, mais do que consumir criticamente as mídias, podemos produzir as mídias. Até que ponto o “saber fazer” um jornal, quais são suas partes e como se faz sua diagramação pode interferir na nossa absorção das notícias cotidianas? Queremos investigar como essa e outras tarefas como construir um blog, se conectar na Internet, manter um e-mail e estudar nesse ambiente pode inserir a educação [a Escola Pública] na rede de comunicação e informação da sociedade atual.
Acreditamos e queremos investigar também como podem auxiliar na consolidação e constituição do conhecimento, promover mudanças de hábitos e atitudes e também como essa inclusão digital possibilita a inclusão e expansão digital da Escola Pública, como um objeto – fixo do espaço, ligada à rede de comunicação e informação.
A Escola e as tecnologias de informação e comunicação
Para Santos, o espaço é um conjunto indissociável entre fluxos e fixos, nessa direção, acreditamos que a Escola Pública é um ponto, um fixo[iii] – como objeto no território, que pode ser um importante elo nas relações de fluxo de informação e comunicação na sociedade atual.
Ao se tornar um nó na rede, através da sua inclusão digital, a Escola Pública pode envolver não somente os seus alunos, funcionários, Professores e também os pais, mães, irmãos, tias e quase toda a sua comunidade. Nesse sentido, ela é muito importante para ampliação do percentual de universalização da inclusão digital e dos seus desdobramentos, que já são notados, tanto no espaço e no tempo [cotidiano], quanto no mercado do [novo] mundo do trabalho.
Para Ana Clara T. Ribeiro o atual sistema de comunicação faz “parte do aparelho institucional criado para o desenvolvimento de estratégias de controle do território e, em sua face econômica como elo articulador e agilizador dos mercados. Para ela a “psicoesfera” consolida “a base social da técnica e a adequação comportamental à interação moderna entre tecnologia e valores sociais”.[3]
Nessa direção, John Naisbitt afirma que “as telecomunicações e a sua infraestrutura põem as pessoas em contato umas com as outras. Elas exercerão um impacto extraordinário sobre o clima social, político e econômico na comunidade global”. A revolução das telecomunicações é, realmente, uma questão de permitir um acesso maior às comunicações. O constante avanço técnico dos equipamentos e da capacidade das redes de transmissão e comunicação aponta para isso.
Concomitantemente, “nos dias de hoje, é inegável a importância da discussão sobre as tecnologias de informação e comunicação e seus impactos sobre os processos de constituição de conhecimentos, valores e atitudes. Nesse contexto, a escola necessita (re)pensar o seu papel na sociedade, buscando (re)significar as práticas pedagógicas cotidianas, à luz de novos paradigmas” [iv] Os professores e a comunidade escolar estão diante de um novo desafio. Vivemos as adversidades decorrentes de fatores estruturais e de gestão do t&e (Tempo e Espaço) que muitas vezes são as pedras no nosso caminhar.
Por isso, vivenciamos a tecnologia educacional num sentido mais abrangente, isto é, como uma metodologia com fins específicos que utiliza os objetos do meio técnico-científico-informacional, é articulada com o projeto político pedagógico e adequada às práticas pedagógicas dos professores. A tecnologia educacional é um meio para o objetivo final que é uma educação de qualidade e inclusiva. A escola é o melhor lugar do mundo! O que precisamos fazer para que isso realmente aconteça?
“Para isso, o educador deve conhecer as tecnologias de que dispõe para seu uso no processo pedagógico, a fim de subordiná-las aos seus interesses, fazendo da educação um fim e da tecnologia um meio, considerando os tipos de recursos disponíveis para servir aos objetivos educacionais e integrando teoria e prática, atividade intelectual e manual, processos e produtos do desenvolvimento tecnológico aos resultados pretendidos”.[v]
Nos dias de hoje, é inegável a importância da discussão sobre as tecnologias de informação e comunicação e seus impactos sobre os processos de constituição de conhecimentos, valores e atitudes.
Por outro lado, inicialmente o uso do computador na educação procurava imitar o que acontecia na sala de aula – era o conceito de instrução programada, hoje, depois de passar por diferentes etapas, o conceito de ensino por computador incorpora toda a gama das NTIC’s tornando-se uma ferramenta educacional de complementação e aperfeiçoamento nas condições de aprendizagem. Como ferramenta educacional o computador não é só o instrumento que ensina ao aluno, mas o meio com o qual o aluno desenvolve algo
O Professor, além de detentor do conhecimento, visão dita tradicional, passa a trabalhar também com o conceito de que o estudante deve ser ensinado a buscar e a usar a informação para a consolidação e constituição do conhecimento. Ao mesmo tempo começamos a perceber que nós mesmos precisamos e podemos utilizar essas ferramentas no chão da escola e da sala de aula.
A perspectiva de tecnologia educacional que se quer valorizar favorece um processo que conduz à reflexão do homem sobre a sua realidade. Nesse sentido, é também trabalho do Professor promover a reflexão constante do estudante sobre a sua inserção na sociedade, seu lugar no mundo, desde a sua comunidade, o seu lugar de vida, ampliando seu conhecimento e consciência crítica para se situar no mundo.
Esse é o convite que faço a todos, o convite para a construção colaborativa de projetos e práticas de ensino que utilizem os equipamentos presentes no Laboratório de Informática [Educativa], sala de aula compreendida como um espaço interdisciplinar de pesquisa e prática de métodos, instrumentos e recursos didáticos voltados para a inclusão digital, informação, comunicação e consolidação da cidadania.
Acesse o nosso blog e partisse do nosso grupo virtual de discussão, informação e aprendizagem colaborativa, instrumentos que permitem um interferência nas limitações impostas pelo atual modelo de gestão do tempo&espaço da escola e podem contribuir para a realização dos nossos desejos e projetos de construção de uma educação pública de qualidade e de uma escola prazerosa de se estar e trabalhar.
[1] Professor e Orientador Tecnológico no Colégio Estadual Professor Clóvis Monteiro e na Rede Municipal do Rio de Janeiro. Texto apresentado aos Professores e Direção do CEPCM através da publicação no blog do colégio www.cepcm.blogspot.com e texto enviado para o e-mail do grupo no Windows Live® cepcm@groups.live.com em março 2011.
[2] Radicalmente inspirado “A produção do espaço” de H. Lefebvre
[3] Ana Clara T. Ribeiro “Matéria e espírito: o poder (des)organizador dos meios de comunicação” Jorge Zahar, 1991 pp. 44-45.
[i] Novas tecnologias e mediação pedagógica. J.M. Moran, Marcos T. Masetto e Marilda Aparecida Behres. Papirus – 9ª edição
[ii] Sancho, J.M (org) Para uma tecnologia educacional. Ed. Artes Médicas. Porto Alegre, 1997
[iii] A referência é a Milton Santos, aos fixos e fluxos e formam um lugar, em “A natureza do espaço” 3ª edição, Hucitec, 1999.
[iv] Multieducação. Temas em debate. Mídia e Educação. SME. Pág. 5.
[v] NTE para a saúde. Maurício De Seta. Laboratório Informática Fiocruz.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
quarta-feira, 23 de março de 2011
Jogo de Português
http://educarparacrescer.abril.com.br/100-erros/
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Registro de atividades
Aula do Professor Eduardo Duque – Imagem e arte. As TIC´s – Tecnologias de Informação e Comunicação podem ser utilizadas para tornar as nossas aulas mais atrativas e interessantes para os nossos alunos. Podemos também utilizá-las para registrar e divulgar as nossas atividades.
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Oficina de Forró
Colegas Professores(as),
Vejam o link informado pela Coordenação Pedagógica sobre a OFICINA DE FORRÓ que acontece nessa sexta-feira, dia 25 de março, no auditório do nosso CEPCM.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Atividades Extra-classe. Vamos inovar e empreender.
Informação da Coordenação Pedagógica do nosso Colégio, Profa. Lydia.
Oficina de forró.
Vai ocorrer na próxima sexta, dia 25/3, a partir de 11h e 30 min, no auditório. É necessário fazer inscrições previamente, na Coordenação Pedagógica ou Direção.
Os alunos do 1º turno só podem descer após o término das aulas ao meio dia.
Os professores são Luís Florião e Adriana D'Acri, que têm academia na Tijuca e já se apresentaram até fora do Brasil. Estão formando esta parceria com o Colégio com boa vontade, por serem interessados na escola pública e na cultura nacional.
São só 50 vagas para moças e 50 para rapazes, é necessário que o aluno faça inscrição logo.
Desde já agradeço.
Um abraço,
Lydia
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terça-feira, 22 de março de 2011
Programa Nacional do Livro Didático PNLD - 2012
Colegas Professores(as),
Conforme informação e solicitação da Profa. Luciana Silva – LE, publicamos abaixo o link de acesso ao Programa Nacional do Livro Didático 2012 – Livro didático LE.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
As mulheres não são homens
Boaventura de Sousa Santos
No passado dia 8 de março celebrou-se o Dia Internacional da Mulher. Os dias ou anos internacionais não são, em geral, celebrações. São, pelo contrário, modos de assinalar que há pouco para celebrar e muito para denunciar e transformar. Não há natureza humana assexuada; há homens e mulheres. Falar de natureza humana sem falar na diferença sexual é ocultar que a “metade” das mulheres vale menos que a dos homens. Sob formas que variam consoante o tempo e o lugar, as mulheres têm sido consideradas como seres cuja humanidade é problemática (mais perigosa ou menos capaz) quando comparada com a dos homens. À dominação sexual que este preconceito gera chamamos patriarcado e ao senso comum que o alimenta e reproduz, cultura patriarcal.
A persistência histórica desta cultura é tão forte que mesmo nas regiões do mundo em que ela foi oficialmente superada pela consagração constitucional da igualdade sexual, as práticas quotidianas das instituições e das relações sociais continuam a reproduzir o preconceito e a desigualdade. Ser feminista hoje significa reconhecer que tal discriminação existe e é injusta e desejar activamente que ela seja eliminada. Nas actuais condições históricas, falar de natureza humana como se ela fosse sexualmente indiferente, seja no plano filosófico seja no plano político, é pactuar com o patriarcado.
A cultura patriarcal vem de longe e atravessa tanto a cultura ocidental como as culturas africanas, indígenas e islâmicas. Para Aristóteles, a mulher é um homem mutilado e para São Tomás de Aquino, sendo o homem o elemento activo da procriação, o nascimento de uma mulher é sinal da debilidade do procriador. Esta cultura, ancorada por vezes em textos sagrados (Bíblia e Corão), tem estado sempre ao serviço da economia política dominante que, nos tempos modernos, tem sido o capitalismo e o colonialismo. Em Three Guineas (1938), em resposta a um pedido de apoio financeiro para o esforço de guerra, Virginia Woolf recusa, lembrando a secundarização das mulheres na nação, e afirma provocatoriamente: “Como mulher, não tenho país. Como mulher, não quero ter país. Como mulher, o meu país é o mundo inteiro”.
Durante a ditadura portuguesa, as Novas Cartas Portuguesas publicadas em 1972 por Maria Isabel Barreno, Maria Teresa Horta e Maria Velho da Costa, denunciavam o patriarcado como parte da estrutura fascista que sustentava a guerra colonial em África. “Angola é nossa” era o correlato de “as mulheres são nossas (de nós, homens)” e no sexo delas se defendia a honra deles. O livro foi imediatamente apreendido porque justamente percebido como um libelo contra a guerra colonial e as autoras só não foram julgadas porque entretanto ocorreu a Revolução dos Cravos em 25 de Abril de 1974.
A violência que a opressão sexual implica ocorre sob duas formas, hardcore e softcore. A versão hardcore é o catálogo da vergonha e do horror do mundo. Em Portugal, morreram 43 mulheres em 2010, vítimas de violência doméstica. Na Cidade Juarez (México) foram assassinadas nos últimos anos 427 mulheres, todas jovens e pobres, trabalhadoras nas fábricas do capitalismo selvagem, as maquiladoras, um crime organizado hoje conhecido por femicídio. Em vários países de África, continua a praticar-se a mutilação genital. Na Arábia Saudita, até há pouco, as mulheres nem sequer tinham certificado de nascimento. No Irão, a vida de uma mulher vale metade da do homem num acidente de viação; em tribunal, o testemunho de um homem vale tanto quanto o de duas mulheres; a mulher pode ser apedrejada até à morte em caso de adultério, prática, aliás, proibida na maioria dos países de cultura islâmica.
A versão softcore é insidiosa e silenciosa e ocorre no seio das famílias, instituições e comunidades, não porque as mulheres sejam inferiores mas, pelo contrário, porque são consideradas superiores no seu espírito de abnegação e na sua disponibilidade para ajudar em tempos difíceis. Porque é uma disposição natural. não há sequer que lhes perguntar se aceitam os encargos ou sob que condições. Em Portugal, por exemplo, os cortes nas despesas sociais do Estado actualmente em curso vitimizam em particular as mulheres. As mulheres são as principais provedoras do cuidado a dependentes (crianças, velhos, doentes, pessoas com deficiência). Se, com o encerramento dos hospitais psiquiátricos, os doentes mentais são devolvidos às famílias, o cuidado fica a cargo das mulheres. A impossibilidade de conciliar o trabalho remunerado com o trabalho doméstico faz com que Portugal tenha um dos valores mais baixos de fecundidade do mundo. Cuidar dos vivos torna-se incompatível com desejar mais vivos.
Mas a cultura patriarcal tem, em certos contextos, uma outra dimensão particularmente perversa: a de criar a ideia na opinião pública que as mulheres são oprimidas e, como tal, vítimas indefesas e silenciosas.
Este estereótipo torna possível ignorar ou desvalorizar as lutas de resistência e a capacidade de inovação política das mulheres. É assim que se ignora o papel fundamental das mulheres na revolução do Egipto ou na luta contra a pilhagem da terra na Índia; a acção política das mulheres que lideram os municípios em tantas pequenas cidades africanas e a sua luta contra o machismo dos lideres partidários que bloqueiam o acesso das mulheres ao poder político nacional; a luta incessante e cheia de riscos pela punição dos criminosos levada a cabo pelas mães das jovens assassinadas em Cidade Juarez; as conquistas das mulheres indígenas e islâmicas na luta pela igualdade e pelo respeito da diferença, transformando por dentro as culturas a que pertencem; as práticas inovadoras de defesa da agricultura familiar e das sementes tradicionais das mulheres do Quénia e de tantos outros países de África; a resposta das mulheres palestinianas quando perguntadas por auto-convencidas feministas europeias sobre o uso de contraceptivos: “na Palestina, ter filhos é lutar contra a limpeza étnica que Israel impõe ao nosso povo.
Boaventura de Sousa Santos é sociólogo e professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Forum em Defesa da Educação Pública (Ato na UERJ)
"Peço que façam a divulgação e participem deste importante Ato Público.
Será o primeiro Ato organizado pelo Fórum Estadual de Defesa da Escola
Pública e um momento importante de manifestação de nossa insatisfação com os rumos da
Educação Pública no RJ.
DATA: 23 DE FEVEREIRO.
HORÁRIO: 14 h.
LOCAL: UERJ - Auditório 71.
*Participem! *
*Divulguem!*
Cláudia L. Piccinini
Faculdade de Educação
Universidade Federal do Rio de Janeiro"
Postado por portlydia@hotmail.com
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Trabalho dos Professores(as)–Nós somos CEPCM
Colegas Professores, Coordenação Pedagógica e Direção,
Informamos que o nosso amigo, Prof. Paulo Roberto Pereira Costa, Geografia, está trabalhando na confecção de uma Planilha Eletrônica para o trabalho com os conteúdos pedagógicos e de avaliação dos alunos(a) dos DIÁRIOS DE CLASSE.
Em breve poderemos enviar, por e-mail, a PLANILHA para que todos possam utilizá-la. Acreditamos que essa ferramenta poderá ajudar o trabalho de registro das nossas atividades pedagógicas e contribuir significativamente~, tanto de forma individual como coletiva (COC´s) para os procedimentos de avaliação dos nossos alunos(as).
Você tem acesso ao ambiente Windows Live para acessar o seu e-mail institucional e assim interagir com o nosso Grupo?
Você tem o seu e-mail institucional “ativo e operante”?
Você sabia que pode entrar no nosso grupo com outro e-mail qualquer?
Você tem acesso ao nosso GRUPO Windows Live?
Formas de contato:
- Comentários ao final dessa postagem.
- LIED – Laboratório de Informática Educativa
- e-mail da postagem
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Início do ano letivo 2011 no LIED
Existem muitas possibilidades de utilizarmos as TIC´s – Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Podemos utilizá-las para nos comunicarmos com os nossos Professores e colegas e para nos informarmos sobre os fatos e fenômenos naturais que estão em curso na nossa cidade, no nosso país e no mundo. Também podemos utilizar a internet para fazermos pesquisas, ampliarmos e consolidarmos os conhecimentos das diferentes disciplinas.
Nas fotos abaixo o registro do uso do lied pelos alunos(as) da turma 2010.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Cursos NTE 2011
| 1 | NTDH-1303 | Início: 14/03/2011 | Novas Tecnologias – Desafios de Hoje - 1303 | |
| 2 | REPW-1301 | Início: 14/03/2011 | Recursos de Pesquisa na Web - 1301 | |
| 3 | PI03-1314 | Início: 19/04/2011 | Educação Digital 2 - 1314 | |
| 4 | INET-1302 | Início: 15/03/2011 | Introdução à Internet - 1302 | |
| 5 | IULF-1317 | Início: 29/03/2011 | Introdução ao uso do Laptop como ferramenta pedagógica - 1317 | |
| 6 | MCLE-1305 | Início: 16/03/2011 | Conhecendo as Possibilidades do Linux Educacional - 1305 | |
| 7 | EPPI-1301 | Início: 23/03/2011 | Elaboração de Projetos – Proinfo Integrado - 1301 | |
| 8 | NTDH-1304 | Início: 14/03/2011 | Novas Tecnologias – Desafios de Hoje - 1304 | |
| 9 | TRCM-1303 | Início: 16/02/2011 | Trabalhando com Mídias - 1303 | |
| 10 | INET-1303 | Início: 14/03/icado2011 | Introdução à Internet - 1303 | |
| 12 | SEIN-1301 | Início: 30/03/2011 | SEGURANÇA NA INTERNET - 1301 |
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Curso e oficinas para 2011
Em consonância com as atribuições da função de Orientador Tecnológico e de forma a contribuir para as atividades didático-pedagógicas vamos oferecer, para os Professores, os seguintes cursos e oficinas:
- Curso de Informática Educativa Básica – Carga horária de 24 horas
- Oficina de Blog – Carga horária de 12 horas
- Oficina de Rádio Escolar – Carga horária de 12 horas
- Oficina de Listas de discussão – formação de grupos – Carga horária de 12 horas
- Mini-oficina de Redes Sociais/Facebook – Carga Horária 08 horas
- Mini-oficina “Google Earth para Geografia” – Carga Horária de 08 horas.
Para facilitar e incentivar a participação dos nossos Professores(a), os eventos ocorrerão nas dependências do nosso Colégio, no LIED – Laboratório de Informática Educativa.
Turnos e horários serão definidos e divulgados em breve.
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Plano de Educação
Plano de Metas da Educação do Rio de Janeiro: do economicismo ao cinismo
Gaudêncio Frigotto, Vânia da Motta, Zacarias Gama e Eveline Algebaile
Em artigo, pesquisadores Gaudêncio Frigotto, Vânia da Motta, Zacarias Gama e Eveline Algebaile analisam a política anunciada pela secretaria estadual de educação para o Estado do Rio de Janeiro, que associa a gratificação aos docentes ao cumprimento de metas. Para eles, o estado caminha na contramão das resoluções da Conferência Nacional de Educação
Em entrevista ao Globo News, o Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Risolia, na sexta-feira, dia 07.01.2011, anunciou as cinco frentes de trabalho para a educação pública ao longo dos próximos quatro anos. Em extensa matéria, sob o título Choque na Educação, o jornal O Globo (08.10.2011, p. 14) detalha estas medidas. Confessamos que ficamos estarrecidos pelo caráter economicista e tecnocrático, e pela superficialidade das medidas propostas.
As cinco frentes de trabalho apresentadas teriam como objetivo atacar as questões pedagógicas, o remanejamento de gastos, a rede física, o diagnóstico de problemas e os cuidados com os alunos. As medidas mais destacadas, porém, foram a implantação de um regime meritocrático para a seleção de gestores; a realização de avaliações periódicas; o estabelecimento de metas de desempenho para balizar a concessão diferenciada de gratificações aos docentes; e a revisão das licenças dos 8 mil professores em tratamento de saúde. Ou seja, medidas que reforçam a ideia de que, no fim das contas, os profissionais da educação são os responsáveis pelos problemas educacionais, resumidos, por sua vez, aos baixos índices obtidos pela rede estadual no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Um exemplo da lógica de suspeição aí implicada é a contratação de uma empresa privada para passar um pente fino nas licenças médicas, sinalizando um duplo pré-julgamento: aos profissionais de saúde que concederam a licença e aos próprios professores que buscaram atendimento. Por certo, há implícita uma meta de quantos destes não podem passar no pente fino e deverão, agora saudáveis e motivados, voltar às salas de aula.
Trata-se, portanto, de uma proposta que não vai ao fundamental e pega o pior atalho: premiar quem chega às metas, metas imediatistas, de lógica produtivista, que não incorporam medidas efetivas voltadas para uma educação pública de qualidade. A lógica subjacente à proposta, que já está sendo chamada de choque de gestão de administração, apenas trabalha com dois conceitos fundamentais: forçar o professorado a produzir um IDEB elevado, sem efetivamente melhorar as suas condições de trabalho, e baratear o custo da educação adotando, de imediato, a meta conservadora de economizar R$ 111 milhões dos gastos. Uma lógica tecnocrata que reconhece somente cálculos de custos e de benefícios, que vê as pessoas apenas como dados, destituídos de vontade e voz, indo de encontro às próprias bases ideológicas liberais e neoliberais que ainda consideravam o homem dotado de livre iniciativa, mesmo em sua forma de indivíduo, homo economicus.
O espantoso é que a Secretaria de Estado do Rio, com essa proposta, caminha visceralmente na contramão dos encaminhamentos concluídos nas reuniões da Conferência Nacional de Educação de 2010, do que foi acordado no novo Plano Nacional de Educação e do que vem sendo discutido no Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública, há poucos dias instalado por dezenas de entidades ligadas à educação, à cultura, aos movimentos sociais e às instituições de ensino e científicas do estado do Rio de Janeiro. Mais que isso, em total dissonância com a indicação que a Presidente da República, Dilma Rousseff, fez em seu discurso de posse, para enfrentar o problema da educação: reconhecer o professor como a autoridade pedagógica de fato e de direito.
"Mas só existirá ensino de qualidade se o professor e a professora forem tratados como as verdadeiras autoridades da educação, com formação continuada, remuneração adequada e sólido compromisso com a educação das crianças e jovens". (Dilma Rousseff, Discurso de posse, 01.01.2011).
Os debates e proposições aí implicados vêm afirmando insistentemente que não se fará educação de qualidade sem restituir às instituições plenas condições de funcionamento, tornando-as atrativas e adequadas ao bom aprendizado dos alunos; sem garantir, aos profissionais da educação, as condições de trabalho que favoreçam o efetivo exercício da autoria pedagógica e da atuação coletiva na construção do processo educativo escolar; sem dar sustentação a cada escola para que ela se torne o lugar de uma experiência participativa efetivamente capaz de ampliar seus sentidos como instituição pública.
Ignorando os acúmulos desse debate, a Secretaria aposta exatamente no seu contrário, impulsionando a estandardização da rede estadual, por meio da subordinação de sua organização e gestão pedagógica a critérios mercantis, e da sujeição de suas instituições e profissionais a relações de disputa e concorrência.
A estandardização da educação, dura e seriamente questionada hoje por vários setores da sociedade, camufla-se, comumente, por meio do discurso do mérito, do desempenho, da competência e da eficiência, omitindo a grave responsabilidade das próprias elites e do Estado, no Brasil, na longa história de produção reiterada de uma escola precária para a grande maioria da população. Caracteriza-se principalmente, no entanto, pelo estabelecimento de mecanismos padronizados capazes de operar o posicionamento diferenciado dos profissionais e das instituições, reiterando a produção desigual da escola por meio da sua suposta "modernização".
A instituição de premiações, a contratação de empresas gestoras de processos, o estabelecimento de mecanismos de avaliação orientados para a produção de rankings, a instauração de regimes de trabalho que associam a concessão de gratificações diferenciadas à atuação de profissionais e instituições em processos concorrenciais semelhantes a gincanas são exemplos dos mecanismos que operam essa crescente diferenciação. Seus resultados são já bem conhecidos: a intensificação do estabelecimento de regimes e estatutos profissionais diferenciados; a desagregação do professorado em decorrência da instauração de relações concorrenciais entre professores e entre escolas; o não reconhecimento do professor como profissional capaz de dispor sobre o próprio trabalho; a subordinação da gestão educacional e da ação escolar a agentes externos não coadunados com os fins e a função pública da educação; a consolidação de padrões desiguais de formação escolar.
Sem situar o professorado no coração do processo de resgate da qualidade da educação fluminense, melhorando significativamente o seu salário, carreira docente e condições objetivas de trabalho, não há perspectiva real de alterar de fato o atual quadro da educação básica, como sublinhou, também, o ex-Ministro de Assuntos Estratégico, Samuel Pinheiro Guimarães, no Seminário organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da UERJ - Qual desenvolvimento e Educação e para que Sociedade? - e do qual o atual Secretário de Educação do Estado participou na abertura.Recentemente, os Senadores Pedro Simon e Cristovam Buarque apresentaram Projeto de Lei pelo qual se estenderia o mesmo reajuste salarial aprovado para os Senadores, de 61,78%, para os professores da educação básica das escolas públicas. Os Senadores tomaram como referência a menor base do piso (não reconhecida pelas entidades que representam os professores, que era de R$ 1.024,00). Esse percentual de aumento representa, de fato, uma novidade, se considerarmos que os reajustes dos profissionais do campo das políticas públicas raramente se aproximaram das nababescas auto-concessões do legislativo e do judiciário. Deve-se, porém, observar que, aplicando aquele reajuste, o piso seria de R$ 1.656,62, 16,13 vezes menor que o salário pago aos parlamentares a cada mês: R$ 26.723,13; o equivalente a 3 salários mínimos. Cabe lembrar aqui que os professores não tem o acréscimo de verba de representação para a compra de roupa, livros, correio, transporte, vale alimentação, etc. E, com certeza, o nível de escolaridade médio dos deputados e senadores não é diferente, talvez menor do que dos professores.
Perguntas de quem não quer calar-se perante o cinismo: Por que não colocar o mesmo piso de 1.656,62 aos ministros, governadores, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, judiciário, professores universitários, juízes, desembargadores, delegados, generais, etc. e estabelecer uma espécie de IDEB de cada função, com metas quantitativas, oferecendo ao final de cada ano mais três destes salários-base por produtividade? Quem se candidataria a tão nobres funções por essa mixaria e com tal pressão e controle? Por que não, também, estipular este valor como margem máxima de lucro para os banqueiros e empresários? Já imaginaram? Pois, senhores, estão oferecendo esta mixaria aos que cuidam da educação básica da maioria do povo brasileiro (a escola pública no segmento da educação básica - do ensino fundamental ao médio - atende mais de 80%dos estudantes), menos, certamente, dos filhos das profissões ou atividades, entre outras, listadas acima.
Os milhares de professores que atuam na educação pública brasileira podem ser tudo, menos idiotas. O que se está propondo no Estado do Rio de Janeiro e em muitos outros estados e municípios (entre os quais do Rio de Janeiro que se antecipou ao estado) resulta de opções tecnocratas, apoiadas na ideia de que a educação não é um direito social e subjetivo, mas um serviço, uma mercadoria e, por isso, como a define o Secretário, um "negócio falido" como qualquer outro. Nesse quadro, os docentes são tidos como meros entregadores dos pacotes de conteúdos previamente preparados por economistas, administradores, empresários... que se assumem como "autoridades em educação".
Professores, pais, responsáveis, jovens e estudantes, unamo-nos às dezenas de entidades que instalaram em dezembro de 2010 o Fórum Estadual em Defesa da Educação Pública no estado do Rio de Janeiro, no dia 23 de fevereiro próximo, na UERJ, para dizer alto e em bom som: não queremos ser idiotizados. Não reconhecemos essas medidas como legítimas, porque ignoram a história de luta da sociedade brasileira de quase um século pelo direito efetivo à educação pública de qualidade.
Artigo publicado no Jornal Folha Dirigida de 11/01/2011
Os autores são professores do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Vânia da Motta é professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof. Marcos Bassolli
Fonte: http://www.epsjv.fiocruz.br/index.php?Area=Noticia&Num=464
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Imagens da NASA revelam os deslizamentos na Região Serrana do Rio de Janeiro
A imagem abaixo é do ano de 2011.
Fonte:
http://earthobservatory.nasa.gov/IOTD/view.php?id=49120&src=eoa-iotd
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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Curriculo mínimo e orientações curriculares
Professores(as),
Conforme publicado no site da SEEDUC, para ciência de todos:
“Em breve, a sua escola receberá três pastas com o Currículo Mínimo 2011. Este material serve como referência a todas as nossas escolas, apresentando as competências, habilidades e conteúdos básicos que devem estar contidos nos planos de curso e nas aulas. Sua finalidade é orientar, de forma clara e objetiva, os itens que não podem faltar no processo de ensino-aprendizagem, em cada disciplina, ano de escolaridade e bimestre.
Mas você já pode acessar o material para preparar suas aulas:
Língua Portuguesa/Literatura
Matemática
História
Geografia
Filosofia
Sociologia
IMPORTANTE: Neste primeiro momento, foram desenvolvidos o Currículo Mínimo para os anos finais do Ensino Fundamental e para o Ensino Médio regular, nesses seis componentes. Dentro de um contexto de priorização das necessidades, entendemos que estas disciplinas, bem como esses níveis, segmentos e modalidades de ensino, tiveram urgência no estabelecimento de um Currículo Mínimo. Todavia, estamos cientes de que este é apenas o passo inicial nessa longa caminhada que continuará com o desenvolvimento das demais disciplinas, além de material específico para as turmas de Educação de Jovens e Adultos, Ensino Médio Normal – formação de professores – e também para as turmas dos anos iniciais do Ensino Fundamental.
Orientações curriculares
Enquanto o Currículo Mínimo dessas outras disciplinas, segmentos e modalidades está sendo desenvolvido, você pode utilizar como referência as orientações curriculares anteriores da SEEDUC sobre os conteúdos, competências e habilidades que devem ser trabalhados pelos professores da rede em suas aulas. Na proposta curricular de cada componente abaixo, busca-se estabelecer uma base comum no currículo da rede estadual, que norteie e aproxime as atividades educacionais desenvolvidas em cada escola. Acesse:
Língua Estrangeira
Educação Física
Ciências, Biologia, Física e Química
Educação Artística
Diretrizes Curriculares para os anos iniciais do Ensino Fundamental
Os professores do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental também podem contar com as Diretrizes Curriculares para os anos iniciais do Ensino Fundamental. Este conteúdo quer provocar a reflexão sobre a prática do ensino e promover o seu aperfeiçoamento profissional.
Diretrizes Curriculares – anos iniciais do Ensino Fundamental
Diretrizes Curriculares - Versão esquemática
Orientações Curriculares: EJA e Ensino Médio Normal - Formação de Professores
Para a Educação de Jovens e Adultos e o Ensino Médio Normal, os professores podem buscar referências também nos livros da antiga Reorientação Curricular, de 2006, para planejar as suas práticas:
Livro IV – Curso Normal
Livro V – Educação de Jovens e Adultos – Ensino Fundamental (anos finais)
Livro VI – Educação de Jovens e Adultos – Ensino Médio
Contamos com a utilização deste Currículo Mínimo por todos os professores da rede estadual de ensino. Colocamo-nos à disposição, pelo endereço eletrônico curriculominimo@educacao.rj.gov.br para esclarecimentos e sugestões, comentários e críticas, que serão bem-vindos e necessários à revisão reflexiva das nossas ações.
É possível entrar em contato direto com a equipe de cada disciplina, pelos e-mails:
matematica@educacao.rj.gov.br
linguaportuguesa@educacao.rj.gov.br
historia@educacao.rj.gov.br
geografia@educacao.rj.gov.br
filosofia@educacao.rj.gov.br
sociologia@educacao.rj.gov.br “
Publicado por mbassolli@prof.educacao.rj.gov.br – Prof.Marcos Bassolli

